Zapatero prevê 2009 difícil para a Espanha por conta de crise
da France Presse, em Madri
O chefe do governo espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, anunciou nesta sexta-feira um ano difícil para a economia espanhola em 2009, mas assegurou que o país tem uma "fortaleza suficiente" para enfrentar a crise econômica mundial.
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Essas declarações pessimistas, feitas durante a coletiva de imprensa em que apresentou um balanço de sua gestão em 2008, estão de acordo com as previsões dos especialistas, segundo os quais a economia espanhola já entrou em recessão no quarto trimestre de 2008 e poderá sofrer uma redução de 1,5% de seu PIB (Produto Interno Bruto) em 2009.
A taxa de desemprego pode continuar, além disso, subindo para cerca de 16% em 2009, segundo um estudo da Fundación de Cajas de Ahorros espanholas.
O ministério da Economia também confirmou nesta sexta-feira que ocorreu no quarto trimestre de 2008 uma "acentuação do enfraquecimento da atividade econômica", que já havia caído 0,2% no terceiro trimestre.
A oposição conservadora acusou nos últimos meses o chefe de governo socialista de não ter reagido o suficientemente rápido ante a crise econômica que se anunciou com alguma antecedência.
O chefe do opositor Partido Popular (PP, direita), Mariano Rajoy, reiterou hoje que Zapatero é "incapaz" de fazer frente à crise, recordando que a Espanha é o país da União Européia que mais empregos perdeu desde o início do ano (cerca de 800 mil desempregados a mais até alcançar os 3 milhões no final de novembro).
Zapatero insistiu que os cinco principais objetivos para o próximo ano serão, junto com a recuperação econômica, um modelo de desenvolvimento sustentável, a igualdade e a luta contra a discriminação, a integração social e a luta contra o terrorismo.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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