Ford anuncia recall de 20 unidades de Fiesta Hatch e Fiesta Sedan
da Folha Online
A Ford anunciou recall para apenas 20 unidades do Fiesta Hatch e Fiesta Sedan para substituição da travessa inferior da suspensão dianteira. Segundo a montadora, a convocação atinge carros produzidos em 2008.
Os proprietários desses veículos devem comparecer à rede de concessionárias da Ford, que somam cerca de 450 unidades no país, para inspeção e eventual substituição da peça.
Em comunicado, a empresa informou ter "constatado a possibilidade de ocorrerem danos estruturais nos braços inferiores da suspensão dianteira". Esse problema pode gerar a perda do controle direcional, podendo causar acidentes.
Para dúvidas e informações sobre o serviço na rede, a Ford dispõe o telefone 0800 703 3673. O agendamento para o recall pode ser feito tanto pelo telefone como diretamente na rede de concessionárias da montadora.
Além disso, a empresa também comunicará os proprietários dos veículos através de carta a telefone.
Veja abaixo os modelos e chassis envolvidos no recall:
Fiesta Hatch e Sedan - 2008
9BFZF10A088259384, 9BFZF10A488259985, 9BFZF10A488260215, 9BFZF10A488270243, 9BFZF10A488270369, 9BFZF10A488270372, 9BFZF10A588270283, 9BFZF10A588270378, 9BFZF10A788270382, 9BFZF16PX88216196, 9BFZF20A188255270, 9BFZF20A488208234, 9BFZF20A688208235, 9BFZF26P088256471, 9BFZF26P788209969, 9BFZF26P788209972, 9BFZF26P788256239, 9BFZF26P788256242, 9BFZF26P888253852 e 9BFZF26P888256475
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O que se pode ver ao longo dos anos em Dubai é o resultado da visão futurista da localidade que possui 2% das reservas de gás do bloco de sete países que formam o EAU (Emirados Árabes Unidos), diante a estimativa de que suas reservas de petróleo tendem a uma diminuição significativa, alcançando completo esgotamento num prazo de até duas décadas. Sua economia migrou daquela baseada no comércio e dependente do petróleo, para aquela baseada nos serviços e orientada para o turismo o que fez com que o setor imobiliário alcançasse um patamar extraordinariamente valioso e se tornasse "a menina dos olhos" de grandes investidores internacionais, mas que, em virtude da crise econômica mundial provocada pelos EUA, vem amargando recessão entre 2008 e 2009. Tomando-se como ponto de partida o ano de 2005, o PIB era de US$ 37 bilhões onde as receitas originadas do petróleo e gás natural representavam menos de 6%, em fevereiro de 2009 chegou a uma dívida externa estimada em aproximadamente 100 bilhões, o que equivale dizer que para cada um dos cerca de 250.000 cidadãos do emirado cabe 400 mil dólares em dívida externa.
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Os setores, imobiliário e de construção, comércio, entreposto aduaneiro e serviços financeiros, juntos, contribuem com algo em torno de 65% a 70% de sua economia. Para que se tenha uma idéia, para quem até meados do século passado não passava de um pequeno entreposto comercial, e devido a sua localização marítima, vivia da pesca e coleta de pérolas, até que se instalasse a crise mundial, com um território 2200 vezes menor que o do Brasil, recebia cerca de 6,5 milhões de turistas ao ano, com uma taxa de ocupação média dos hotéis em torno 85% enquanto que no Brasil, algo em torno 64%. Há de se notar que enquanto ao final do ano passado, no apogeu da crise, muito de falava no Capítulo 11 que trata da falência das empresas norte americanas, e que nos dias de hoje o FDIC (órgão que garante os depósitos bancários nos EUA) vem demonstrando preocupação com o crescente número de instituições financeiras problemáticas no país diante o fato de que em setembro deste ano, 552 bancos relataram dificuldades, espelhando um aumento de 33% sobre os 416 relatados no segundo trimestre, em Dubai passados cerca de 12 meses, fala-se de uma moratória por prazo de seis meses.
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A meu ver, Folker Hellmeyer, economista-chefe do banco Bremer Landesbank demonstra profundo conhecimento e bom senso quando diz que "Os problemas atuais se referem à falta de liquidez momentânea de alguns megaprojetos, e não à confiança em geral na potência econômica dos emirados". Devido ao seu perfil econômico é bastante natural que o emirado sentisse os reflexos da crise devido à falta de liquidez. Há um grande número de empresas de porte internacional do mundo todo operando em Dubai. Entre as intituições financeiras, por exemplo, encontram-se o Citi Bank que amargou perdas terríveis com a crise nos EUA e teve que ser socorrido pelo governo norte americano. Além dele, outros como o ABN-Amro Bank, Deutsche Bank AG, MGM Mirage, Royal Bank of Scotland Group plc, HSBC Holdings plc, etc
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