Empréstimos do BID à América Latina atingem nível recorde pela crise
da Efe, em Washington
O BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) aprovou este ano um valor recorde de US$ 12,2 bilhões em empréstimos para projetos na América Latina como resposta à crise financeira, informou hoje a entidade.
O BID respondeu à queda do crédito estrangeiro disponível para os países e empresas da região com um aumento significativo de seus programas. Os US$ 12,2 bilhões aprovados este ano representam aproximadamente 25% a mais que os US$ 9,6 bilhões de 2007.
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O organismo destinou mais da metade do dinheiro a projetos de energia, transporte, mercados de capitais e sistemas de informática.
"Trabalhamos com nossos países-membros para manter o progresso que alcançaram nos últimos anos na luta contra a pobreza", disse o presidente do BID, Luis Alberto Moreno, em comunicado.
O organismo prevê que 2009 será outro ano difícil para a América Latina, já que haverá uma queda nos fluxos de investimento externo e na demanda pelas matérias-primas exportadas por países da região. Além disso, a entidade acha que a área crescerá entre 2% e 2,5% em 2009, bem abaixo dos 4,5% deste ano --previsões mais otimistas em relação às de outras entidades.
A Cepal (Comissão Econômica Para a América Latina e o Caribe) estima que o crescimento da região será de 1,9% em 2009, enquanto o IIF (Instituto de Finanças Internacionais, na sigla em inglês), maior associação de bancos do mundo, prevê uma expansão de apenas um 1%.
Para o ano que vem, o BID anunciou o lançamento de um "grande" fundo de doações, em conjunto com a Espanha, para melhorar os sistemas de saúde da América Latina. A China, que entrou este ano no banco, passará a ser um país doador, segundo o comunicado.
Moreno disse que, em curto prazo, o banco terá como enfoque principal apoiar programas governamentais destinados a proteger os pobres do impacto da crise econômica mundial.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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