EUA têm estrutura de regulação financeira "obsoleta", diz Paulson
da France Presse, em Washington
O secretário americano do Tesouro, Henry Paulson, disse que a "obsoleta" estrutura de regulação financeira foi um obstáculo na hora de responder à crise econômica, e defendeu sua gestão, em entrevista ao "Financial Times" divulgada no site do jornal.
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"A razão pela qual foi difícil é que, antes de mais nada, os excessos nas finanças foram se acumulando durante muitos anos. Segundo, temos uma arquitetura global e autoridades reguladoras sumamente obsoletas (...) nos Estados Unidos", disse o secretário do Tesouro, conforme a edição on-line do jornal.
O secretário convidou a equipe que assumirá a economia americana em 20 de janeiro, quando Barack Obama tomará posse, a implementar uma regulação "melhor e mais eficaz".
A quase três semanas de entregar o cargo a Tim Geithner --atual titular do Federal Reserve de Nova York--, Paulson defendeu sua gestão na resposta à crise.
"As pessoas dizem que os bancos estão concedendo pouco crédito. Eu concordo, não emprestam dinheiro suficiente. Mas dariam muito menos empréstimos sem as medidas adotadas para aumentar a confiança nos bancos", frisou.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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