Dinheiro
31/12/2008 - 13h28

Braço financeiro da GM admite falta de capital para virar banco

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da Folha Online

O GMAC, braço financeiro da montadora General Motors, informou nesta quarta-feira que ainda não levantou os US$ 30 bilhões exigidos pelo Fed (Federal Reserve, o BC americano) para poder se tornar um banco comercial.

Hoje a empresa conseguiu levantar US$ 21,2 bilhões em capital através da reconversão de US$ 17,5 bilhões de sua dívida, além de US$ 3,7 bilhões de títulos de suas atividades hipotecárias (Residential Capital).

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Somado com os US$ 6 bilhões prometidos pelo Departamento de Tesouro como ajuda, o GMAC levantou no total até o momento US$ 27,2 bilhões --ou US$ 2,8 bilhões a menos do que o Fed exige.

O GMAC --que pertence à GM e ao fundo de investimentos Cerberus, o mesmo que controla a Chrysler-- recebeu na semana passada a autorização do Fed para se tornar banco comercial, o que lhe deu condições para receber os US$ 6 bilhões do Tesouro vindos do pacote de US$ 700 bilhões do governo americano para salvar o sistema bancário local.

Porém, a aprovação definitiva só virá quando o banco levantar os US$ 30 bilhões.

A salvação da financeira da GM é considerada por analistas um fator primordial para a sobrevivência da GM, e por isso recebe atenção especial por parte do governo.

Comentários dos leitores
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Marcelo, concordo também com vc. Mas qdo pensamos em paises ricos, nos vem à mente normalmente USA e Zona do Euro.
Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
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Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Quem lê a FSP, em especial, sempre acredita que o Brasil está a véspera de quebrar, como na época do FHC (PSDB). Mas o país continua crescendo cada vêz mais e distribuindo riqueza.
Quando ao fundo de Dubai, só deslumbrado gosta daquele pedaço de deserto com uma torre espetada.
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É aí que mora o perigo! Esses ricos do petróleo, fonte que começa a "secar", não só pelo seu esgotamento em sí, mas pela urgente necessidade de mudança da matriz energética, hoje e sempre, a maior vilã contra a natureza. Esses povos, acostumaram-se a nadar nababescamente no óleo negro, que se transformou em ouro, mais pelos seus marajás das mil e uma noites, pensando que certamente isso duraria eternamente, como os seus reinados. Mas, nada é para sempre e quando começar a ruir, "sai de perto", como diz o refrão popular e esteja a mil e uma noites de distância, porque nem Alá, Maomé ou aiatolá, desatolará.
Abençoado é aquí, onde fura-se um poço e encontra-se água. Nem ouro,nem diamante, nem urânio, nem nada, nada vale. Água e oxigênio, ainda temos as maiores riquezas. De quê reclamar!
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