Amorim destaca menor dependência do Brasil a mercados ante crise
da Agência Lusa, em Lisboa
O ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou nesta segunda-feira, em Lisboa, que o Brasil está "bem preparado" para enfrentar a crise financeira internacional, destacando a "boa situação macroeconômica" em que o país se encontra.
O chefe da diplomacia brasileira disse, após audiência com o presidente português, Aníbal Cavaco Silva, que o Brasil tem "menor dependência de certos mercados".
"O Brasil está bem preparado para enfrentar a crise, tem uma boa situação macroeconômica e tem uma menor dependência de certos mercados", disse Celso Amorim.
No encontro com Cavaco Silva, o acordo ortográfico, cujas regras e normas entraram em vigor no Brasil, em todos os documentos oficiais e vários jornais no dia 1º de janeiro, foi também um dos temas abordados. O ministro brasileiro afirmou que a nova ortografia comum vai "fortalecer a língua portuguesa".
Globalização do crime
Questionado em relação à nomeação do ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Paulo Lacerda, para adido policial em Lisboa, Celso Amorim disse que o objetivo é reforçar a cooperação nesse domínio.
"É sempre útil ter intercâmbio com países com quem se tem uma relação mais intensa para a cooperação na área policial. Infelizmente, hoje não é só a economia que é globalizada. O crime também é globalizado e é útil termos uma pessoa com experiência a ajudar o nosso embaixador, no que diz respeito à cooperação policial", sustentou.
Celso Amorim destacou que este cargo já existe em vários outros países, como na França, em referência a não ser uma situação nova.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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