Dinheiro
05/01/2009 - 13h24

Alemanha adia decisão sobre segundo programa econômico

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da Efe, em Berlim

O governo alemão adiou a decisão final sobre um possível segundo plano de reativação econômica para a próxima semana, após as negociações entre os partidos que o compõem começarem hoje marcadas pelo desacordo.

"Trabalharemos intensamente na próxima semana para poder tomar uma decisão em meados de janeiro", afirmou o porta-voz governamental, Ulrich Wilhelm.

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Democrata-cristãos (CDU), sociais-cristãos (CSU) e sociais-democratas (SPD) diferem em grande parte de seus planos para aliviar a crise econômica na Alemanha embora todos concordem com a necessidade de reforçar os investimentos, especialmente em infraestrutura.

O projeto dos dois partidos que formam a união liderada pela chanceler Angela Merkel, CDU e CSU, contempla um pacote de 50 bilhões de euros que se dividiria entre 2009 e 2010, anunciou hoje o líder do grupo parlamentar da CDU, Volker Kauder.

O acordo dos dois entre contempla principalmente reduções de tributos e das contribuições aos seguros médicos e prevê investimentos em infraestrutura.

As negociações se centrarão agora, portanto, em acertar as diferenças entre conservadores e sociais-democratas, que rejeitam as reduções tributárias e, pelo contrário, querem elevar a carga tributárias dos cidadãos de renda mais alta.

Comentários dos leitores
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Marcelo, concordo também com vc. Mas qdo pensamos em paises ricos, nos vem à mente normalmente USA e Zona do Euro.
Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
sem opinião
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Marcelo Bruno (76) 26/11/2009 14h34
Marcelo Bruno (76) 26/11/2009 14h34
[Richard Adams] Não há risco de os países ricos "quebrarem", enquanto o resto do mundo (leia-se China, países árabes, Brasil, etc.) continuar a financiar suas dívidas. No caso dos Estados Unidos em particular, o risco é praticamente nulo. Colocando de forma simples, se o amplo excedente de capital no mundo não for investido em títulos do Tesouro americano, será investido em quê ?
A argumentação acima não quer dizer obviamente que os EUA não terão que fazer um ajuste fiscal em algum momento do futuro. Em algumas economias menores e sem moeda de reserva (p.ex. Reino Unido), esse ajuste terá que vir mais cedo (provavelmente após a próxima eleição geral em maio de 2010).
6 opiniões
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Olmir Antonio de Oliveira (57) 26/11/2009 14h21
Olmir Antonio de Oliveira (57) 26/11/2009 14h21
A respeito da reportagem , Dubai. È sabido que as reservas de petroleo não são infinitas, dizem relatórios, poços e reservas em alguns paises já se mostram desgastadas, e países que sequer conseguiram fazer a transição para outas fontes de recitas e ou de subsistencias, e por isto no momento seriam os preços do petroleo a sua única salvação para o curto prazo. de países que já teriam vendidos e ou colocado a venda alguns de seus ativos no exterior exemplifico: bancos no Usa. O Usa é um grande mercado e uma espécie de centro do mundo. quanto a preço e ou possibilidade de compra e ou valor a se pagar. se por preço atual, com desagio, e no momento no atual cenário dificilmente teria agio, setores com grandes vendedores de participações e ou controles......O fundamental é conhecimento, e nossa basicas de espertize, ou colocação em um mercado mais competivo, e aindo com ativos de liquidez duvidoza, e ou ainda que pode demorar para se recuperar. Boas marcas são bem vindas para carteira institucional, mas tem marcas que após a crise deteles ficaram com manchas, e até sugerem duvidas, dado o atual nivel de conhecimento e ou meios de comunicação, do ponto de vista popular, e ou difusão de informações e conceituações..... sem opinião
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