05/06/2002
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15h57
da Folha Online, em Brasília
O mercado de energia deverá ser cerca de 7% menor que o previsto em 2003, de acordo com estudos do Cetem (Comitê Técnico para Estudos do Mercado) e do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).
Esses estudos revelam que hoje o consumo de energia está entre 11% e 14% menor que o estimado para as regiões Sudeste e Centro-Oeste, contra os 7% previstos inicialmente pelo governo para o período pós-racionamento.
Segundo o coordenador-geral de estudos e planejamento energético do MME, Rubem Brito, a tendência, no entanto, é a de que esse percentual vá sendo reduzido gradativamente. Ele explicou que a redução do consumo é resultado do comprometimento da sociedade com o uso racional de energia, mesmo com o fim do racionamento.
No caso do mês de maio, quando a redução no consumo ficou em 7,1% no Sudeste e Centro-Oeste (além dos 7% de redução previstos para o período pós-racionamento), os motivos que teriam levado a uma redução ainda maior no consumo seriam a queda da temperatura e uma retração da atividade industrial.
Segundo o chefe do departamento de Estudos de Mercado da Eletrobrás, Amilcar Guerreiro, o consumidor residencial ainda é o principal responsável pela economia de energia.
Mas ele destacou que o comportamento da economia nos últimos meses, e a revisão do PIB, estão refletindo na produção industrial, o que contribui para diminuição do mercado de energia.
Os dados consolidados sobre o consumo de maio, no entanto, só serão analisados pelo departamento em meados de julho. Guerreiro explicou que o objeto de avaliação do mercado é o faturamento das concessionárias.
Demanda por energia será 7% menor que a prevista em 2003
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PATRÍCIA ZIMMERMANNda Folha Online, em Brasília
O mercado de energia deverá ser cerca de 7% menor que o previsto em 2003, de acordo com estudos do Cetem (Comitê Técnico para Estudos do Mercado) e do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico).
Esses estudos revelam que hoje o consumo de energia está entre 11% e 14% menor que o estimado para as regiões Sudeste e Centro-Oeste, contra os 7% previstos inicialmente pelo governo para o período pós-racionamento.
Segundo o coordenador-geral de estudos e planejamento energético do MME, Rubem Brito, a tendência, no entanto, é a de que esse percentual vá sendo reduzido gradativamente. Ele explicou que a redução do consumo é resultado do comprometimento da sociedade com o uso racional de energia, mesmo com o fim do racionamento.
No caso do mês de maio, quando a redução no consumo ficou em 7,1% no Sudeste e Centro-Oeste (além dos 7% de redução previstos para o período pós-racionamento), os motivos que teriam levado a uma redução ainda maior no consumo seriam a queda da temperatura e uma retração da atividade industrial.
Segundo o chefe do departamento de Estudos de Mercado da Eletrobrás, Amilcar Guerreiro, o consumidor residencial ainda é o principal responsável pela economia de energia.
Mas ele destacou que o comportamento da economia nos últimos meses, e a revisão do PIB, estão refletindo na produção industrial, o que contribui para diminuição do mercado de energia.
Os dados consolidados sobre o consumo de maio, no entanto, só serão analisados pelo departamento em meados de julho. Guerreiro explicou que o objeto de avaliação do mercado é o faturamento das concessionárias.


