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Dinheiro
06/01/2009 - 08h08

Preços em São Paulo encerram 2008 com alta de 6,16%, diz Fipe

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da Folha Online

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) no município de São Paulo acumulou alta de 6,16% em 2008, contra 4,38% registrados um ano antes. A categoria que teve a maior elevação de preços no ano passado foi a dos alimentos, com 9,01% --mesmo assim, a variação foi menor que a de 2007, aos 12,73%. Na última semana de dezembro, o índice subiu 0,16%, abaixo do 0,21% de uma semana antes. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Na última semana de dezembro, os preços dos alimentos caíram 0,54%, seguindo-se a uma deflação de 0,18% na semana imediatamente anterior.

A categoria Habitação, no entanto, teve aumento significativo: a alta acumulada em 2007 foi de 0,28%; no ano passado, os preços nessa categoria acumularam alta de 5,39%. Na última semana do mês passado, houve elevação de 0,23%, acima do 0,15% da semana imediatamente anterior.

A categoria Transporte acumulou alta de 3,34% no ano passado, contra 2,87% em 2007. Na última semana de dezembro, o índice registrou elevação de 0,18%, abaixo do 0,28% visto na semana imediatamente anterior. Na categoria Despesas Pessoais, a alta acumulada em 2008 foi de 7,65%, contra 4,14% um ano antes. O índice semanal mostrou um avanço de 0,88%, acima do 0,76% de um ano antes.

Os preços na categoria Saúde registraram redução expressiva na última semana de dezembro, apresentando ligeira variação positiva de 0,04%, abaixo do 0,20% visto uma semana antes. No ano passado, os preços nessa categoria acumularam alta de 6,42%, contra 5,71% um ano antes.

Na categoria Vestuário, os preços subiram 1,22% na última medição semanal do ano passado, contra 0,93% uma semana antes. No ano, o indicador acumulou alta de 4,41%, contra uma deflação de 0,55% em 2007. Na categoria Educação, os preços tiveram alta de 0,08% na última semana de dezembro, contra variação de 0,09% uma semana antes. Em 2008, a categoria acumulou alta de 5,31%, contra alta de 4,22% registrada em 2007.

O IPC mede a variação dos preços no município de São Paulo de famílias com renda até 20 salários mínimos.

Comentários dos leitores
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (39) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. sem opinião
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Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
É incrível como a popularidade de Lula se mantém com tamanha carga Tributária, IPVA, multa, taxas, pedágios etc... E ainda por cima o descompromisso para com projetos como o GNV. Hoje o preço do gas natural para veículos jogou por terra todo o investimento. Toda a indústria de peças e equipamentos e a rede de serviços desenvolvida em torno do GNV, de repente se vê orfã. Gente que fez plano de vida em torno disso vendo seus planos, que foram baseados em premissas apresentadas pelo governo, dando com os burros n'agua! O álcool que à época era caro pela irresponsabilidade do mesmo governo, hoje embora o custo elevado, ainda é mais em conta que o GNV. E os consumidores que acreditaram e transformaram seus carros para este combustível estão aí se fu... porque o governo não está nem aí para isso. Apenas o baixo custo do GNV justificava todo o transtorno da transformação que vai desde o peso e tamanho do equipamento até a menor performance do motor convertido e a obrigatoriedade da Inspeção Veicular cuja taxa antes R$80,00 hoje é de R$110,00 e se retirar, pasme! R$160,00. Também tem a validade de 5 anos para o cilindro cujo teste para revalidação antes era feito por R$80,00 e hoje!! R$250,00, sem falar em toda a burocracia que se enfrenta, e que é muito maior se você resolver retirar essa arapuca!
Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Saulo Mundim Lenza (624) 26/11/2009 10h43
Discordo.
Quem mata mais são os maus condutores dos automóveis.
São pessoas despreparadas, sem nenhuma condição de conduzir um veiculo.
O carro não tem culpa nenhuma, pois, é uma máquina.
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