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Dinheiro
06/01/2009 - 13h35

Vendas pendentes de casas nos EUA caem mais que o esperado em novembro

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da Folha Online

As vendas pendentes de casas usadas nos Estados Unidos caíram 4% em novembro em relação a outubro, informou nesta terça-feira a NAR (Associação Nacional dos Corretores de Imóveis, na sigla em inglês). No acumulado de 12 meses, a perda é de 5,3%.

Com a queda, o índice caiu de 85,7 pontos para 82,3 pontos. Trata-se do nível mais baixo desde que a entidade criou o índice, em 2001.

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Também foi uma redução maior que a esperado pelos analistas do setor. Eles apostavam em um recuo de apenas 1%.

"A crescente perda de empregos e uma confiança muito baixa dos consumidores dissuadiram muitos candidatos à compra de imóveis a firmar compromisso em novembro", informou a NAR em comunicado.

A entidade comentou ainda que o setor está muito debilitado. "A atividade do mercado [imobiliário] em dezembro pode ser inclusive mais fraco devido aos problemas existentes na economia, de modo que um plano que se concentre no setor imobiliário é uma necessidade urgente", disse a NAR.

O dado sai um dia antes do Fed (Federal Reserve, o BC americano) anunciar um programa de compra de ativos respaldados por hipotecas com taxas de juros fixas e garantidos pelas financeiras Fannie Mae, Freddie Mac e Ginnie Mae.

O banco informou que, mediante esse programa de compra de ativos, anunciado em 25 de novembro, trata de respaldar o mercado hipotecário e imobiliário em um momento em que ambos atravessam uma profunda e persistente crise.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
sem opinião
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celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
19 opiniões
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... 2 opiniões
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