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Dinheiro
06/01/2009 - 15h36

Economia portuguesa está em recessão técnica, diz banco central

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da Efe, em Lisboa

O Banco de Portugal (BdP) informou nesta terça-feira que a economia portuguesa entrou em recessão técnica no segundo semestre do ano passado, e revisou para baixo as previsões econômicas para 2009. O relatório de inverno da instituição prevê recuo da economia em 2009 (queda de 0,8%), com recuperação de 0,3% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2010.

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Vítor Constancio, presidente do BdP, disse em entrevista coletiva que, no terceiro trimestre de 2008, houve uma queda de 0,1% do PIB, e que o quarto "será muito negativo", mas não deu o número exato.

As exportações portuguesas poderão diminuir em 3,6% neste ano, mas o BdP prevê uma retomada em 2010, com um índice positivo de 1,8%.

Conforme o boletim, isso se deve à redução da demanda internacional, principalmente devido à recessão que afeta os principais parceiros comerciais de Portugal, como Espanha e Alemanha.

As importações também sofrerão uma queda de 1% neste ano, com uma possível recuperação em 2010, para um crescimento de 1,5%.

Constancio destacou que os investimentos devem cair em 1,7% e o consumo público, 0,1%, mas no consumo privado prevê-se uma alta de 0,4%.

O presidente da instituição portuguesa afirmou que a previsão de crescimento para o próximo ano dependerá em certa medida da evolução da economia dos Estados Unidos e das medidas que serão adotadas pela nova Administração para enfrentar a crise.

Constancio disse que, nesta conjuntura, pode-se prever um aumento do déficit público acima de 3% em 2009, o que "afeta" o cumprimento do Pacto de Estabilidade do Crescimento (PEC).

Além disso, ele declarou que se opõe a uma diminuição dos impostos como forma de reanimar a economia, porque é uma medida que é "muito difícil" de revisar no futuro.

De acordo com Constancio, o desemprego subirá durante 2009 e, sem especificar o número, disse que será superior aos 7,6% previstos nos Orçamentos do Estado de 2009.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
sem opinião
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celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
19 opiniões
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... 2 opiniões
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