Bolsas da Ásia sobem; Tóquio e Hong Kong caem
da Folha Online
As principais Bolsas da Ásia fecharam com ganhos os pregões desta quarta-feira com o ânimo dos investidores sobre a possibilidade da manutenção da taxa de "juros zero" nos Estados Unidos e o plano de estímulo de quase US$ 800 bilhões proposto pelo presidente eleito Barack Obama. Somente os mercados de Hong Kong e China tiveram quedas.
A Bolsa de Tóquio registrou alta de 1,74%, aos 9.239,24 pontos, no índice Nikkei 255. Em Sydney (Austrália), o crescimento foi de 1,04% no indicador ASX. O KOSPI da Bolsa de Seul (Coreia do Sul) avançou 2,84%. Em Hong Kong, a queda era de 2,23% perto do fim do pregão. Na China o Shangai Composite da Bolsa de Xangai recuava 0,68%.
Nos Estados Unidos, as Bolsas de Nova York fecharam em alta puxadas pela perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o BC americano) manterá as taxas de juros baixas por algum tempo e apesar de alguns dados negativos. O Dow Jones Industrial subiu 0,69% e o indicador da Nasdaq avançou 1,50%, enquanto o seletivo S&P 500 subiu 0,78%.
O Fed divulgou nesta terça-feira a ata relativa a sua reunião do dia 16 de dezembro, quando ajustou a taxa de juros americana para uma "banda" entre zero e 0,25% ao ano. O documento mostrou uma leitura bastante pessimista da economia americana.
Os integrantes do Fed somente esperam uma recuperação moderada dos EUA em 2010 e esperam uma contração ainda pior do que o previsto para 2009. Também sugerem que devem manter os juros básicos em nível "excepcionalmente baixo" por mais algum tempo.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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