Cortes de empregos nos EUA caem 8,4% em dezembro, diz pesquisa
da Folha Online
Os anúncios de cortes de empregos nos EUA em dezembro registraram uma queda de 8,4% em dezembro, ficando em 166.348 postos de trabalho, contra 181.671 vagas em novembro, mas ainda estão quase quatro vezes mais altos que o visto em dezembro de 2007. Os dados constam da pesquisa da consultoria Challenger Gray & Christmas, divulgados nesta quarta-feira.
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Segundo a pesquisa, o dado de dezembro é o maior para esse mês desde que os dados começaram a ser compilados, em 1993. Em dezembro de 2007, o total de anúncios de cortes de postos de trabalho era de 44.416.
O dado de novembro, por sua vez, representou um aumento de 61% em relação a outubro e de 148% em relação a novembro de 2007 --quando foram anunciados 73.140 cortes.
O dado chega dias antes da divulgação do dado do Departamento do Trabalho sobre a situação do mercado de trabalho americano. Em novembro, a economia dos EUA (em recessão desde dezembro de 2007) perdeu 533 mil empregos. Para dezembro a previsão é de eliminação de 475 mil vagas --fechando, assim, 12 meses consecutivos de perdas líquidas de empregos no país.
A taxa de desemprego, por sua vez, subiu e chegou a 6,7% em novembro, mas a previsão para dezembro é de uma taxa de 7%.
Segundo o instituto Nber (Escritório Nacional de Pesquisa Econômica, na sigla em inglês), um pico na economia dos EUA ocorreu em dezembro de 2007; esse pico marcou o fim do ciclo de expansão começado em novembro de 2001 e o início da recessão.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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