Déficit dos EUA deve alcançar US$ 1,2 tri em 2009, diz Congresso
da Folha Online
O CBO (Escritório do Orçamento do Congresso, na sigla em inglês) informou nesta quarta-feira que o déficit dos Estados Unidos alcançará US$ 1,2 trilhão no ano fiscal de 2009, sem contar a despesa adicional no plano de estímulo econômico promovido pelo presidente eleito Barack Obama.
O valor equivale a 8,3% do PIB (Produto Interno Bruto) dos EUA e supera muito o déficit recorde de US$ 413 bilhões alcançado em 2004.
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Segundo o relatório, a economia dos EUA deve registrar uma retração de 2,2% neste ano e só em 2010 deve começar a apresentar um desempenho ligeiramente melhor, enquanto taxa de desemprego deve chegar a 9% (atualmente está em 6,7%) no início do próximo ano --a menos que o próximo presidente americano, Barack Obama, tome providências.
"A recessão --que começou há cerca de um ano-- deve se prolongar em 2009", diz o CBO, em um comunicado.
Os EUA estão em recessão desde dezembro de 2007, segundo o instituto Nber (Escritório Nacional de Pesquisa Econômica, na sigla em inglês). De acordo com o instituto, um pico na economia dos EUA ocorreu em dezembro de 2007; esse pico marcou o fim do ciclo de expansão começado em novembro de 2001 e o início da recessão.
A economia americana registrou uma retração de 0,5% no terceiro trimestre de 2008 e, para o quarto trimestre, a expectativa é de um resultado ainda pior. "Não há nenhuma dúvida de que [o quarto trimestre] será muito fraco", disse no mês passado o porta-voz da Casa Branca, Tony Fratto.
Segundo o escritório, a recessão levou a uma perda de receitas estimada em US$ 166 bilhões, além das liberações de grandes somas para resgatar as empresas financeiras americanas. A estimativa do escritório é de que o resgate custe neste ano US$ 180 bilhões, após contabilizar o valor líquido dos ativos das instituições financeiras nas mãos do governo.
Obama e o Congresso vêm prometendo agir com rapidez para aprovar um plano de recuperação para a economia. A presidente da Casa dos Representantes (Câmara dos Deputados) dos EUA, Nancy Pelosi, disse hoje que a aprovação de um novo pacote de estímulo à economia dos EUA precisa ser aprovado até meados de fevereiro, sob risco de que a economia fique ainda mais fraca e mais empregos sejam perdidos no país.
"Muitos irão se concentrar no custo imediato dessa lei", segundo a presidente da Câmara. "Embora não estejamos falando de quantias pequenas, focalizar na etiqueta com o preço é ignorar o custo de não agir e o verdadeiro benefício em termos de criação de empregos e o aumento de receitas para o Tesouro."
"Apesar dos déficits recorde diante de nós, nossa primeira tarefa é [aprovar] um pacote de recuperação econômica", disse o presidente do Comitê Orçamentário do Congresso, John Spratt Jr. "Com os americanos preocupados com seus empregos, suas casas, suas aposentadorias e o futuro de seus filhos, nossa situação econômica é tão grave que estabilizar a economia tem de ter prioridade sobre os déficits no curto prazo."
O CBO prevê que o déficit deve ficar sob relativo controle em alguns anos, mas tais previsões dependem do prazo de validade dos cortes de impostos aprovados durante a administração do presidente americano, George W. Bush (que expiram no próximo ano), e do pagamento dos empréstimos às empresas financeiras, concedidos para evitar que quebrassem.
Com informações da agência de notícias Efe
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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