Pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA caem em 24 mil na semana
da Folha Online
O número de pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA caiu em 24 mil na semana encerrada no último dia 3, totalizando 467 mil, contra 491 na semana imediatamente anterior (dado revisado). Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo Departamento do Trabalho.
A média quadrissemanal (que atenua as volatilidades das leituras semanais), por sua vez, ficou em 525.750, uma queda de 27 mil em relação à média da semana imediatamente interior, 552.750.
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O número de pessoas recebendo o benefício há pelo menos duas semanas, no entanto, cresceu em 101 mil, atingindo 4,61 milhões, superando as expectativas dos analistas, que projetavam um total de 4,5 milhões.
Na semana encerrada no dia 20 de dezembro, o número de pedidos atingiu o maior número desde novembro de 1982, chegando a 586 mil. A marca dos 400 mil pedidos é considerada pelos economistas como o nível que sinaliza uma economia em recessão.
Amanhã (9) o departamento deve divulgar os dados do mercado de trabalho no país referentes a dezembro; a expectativa é de que tenham sido fechados no país entre 475 mil e 500 mil postos de trabalho, com uma taxa de desemprego de 7%, a maior de toda a administração do presidente americano, George W. Bush. Em novembro, a economia americana perdeu 533 mil postos de trabalho, com o desemprego em 6,7%.
Ontem, a consultoria de recursos humanos ADP Employer Services informou que o setor privado da economia dos EUA perdeu 693 mil postos de trabalho em dezembro. A consultoria Challenger Gray & Christmas, por sua vez, informou, também ontem, que os anúncios de cortes de empregos nos EUA em dezembro registraram uma queda de 8,4% em dezembro, ficando em 166.348 postos de trabalho, contra 181.671 vagas em novembro, mas ainda estão quase quatro vezes mais altos que o visto em dezembro de 2007.
Segundo o instituto Nber (Escritório Nacional de Pesquisa Econômica, na sigla em inglês), um pico na economia dos EUA ocorreu em dezembro de 2007; esse pico marcou o fim do ciclo de expansão começado em novembro de 2001 e o início da recessão.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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