Vendas de redes varejistas nos EUA desapontam; Wal-Mart reduz previsões
da Folha Online
As redes varejistas americanas registraram um mês de dezembro fraco, segundo resultados divulgados nesta quinta-feira. Entre as redes que divulgaram resultados, como Wal-Mart, Sears Holdings, Gap, Abercrombie, Costco e Saks, todas apresentaram números referentes a dezembro que desapontaram.
A rede Wal-Mart, a maior do mundo no setor varejista, informou que as vendas nas mesmas lojas (abertas há pelo menos um ano) informou que suas vendas tiveram um crescimento de 1,2%; excluídas as vendas de gasolina --cujos preços caíram de US$ 4,1 por galão (3,785 litros) para menos de US$ 2 atualmente--, a alta foi de 1,7%. A projeção dos analistas era de um crescimento de 2,8% (excluídas as vendas de gasolina).
"A economia atual continua difícil para todos os setores e os varejistas já viram os consumidores reduzirem seus gastos sobre bens não-essenciais", disse o diretor-financeiro do Wal-Mart, Tom Schoewe, em um comunicado. "Os consumidores estão concentrados nas necessidades e nos valores."
O presidente da empresa de pesquisa de varejo RetailMetrics, Ken Perkins, disse à agência de notícias Associated Press que os resultados de dezembro sugerem que "o grupo de consumidores de baixa renda está sentindo o golpe mais do que se imaginava", o que se refletiu nos resultados do Wal-Mart.
A rede Wal-Mart informou ainda que espera para o quarto trimestre um ganho de US$ 0,93 ou US$ 0,94 por ação. A expectativa é menor que a divulgada no dia 1º de novembro, de US$ 1,03 a US$ 1,07. "Devido à dificuldade econômica e ao inverno rigoroso em algumas regiões, a temporada de feriados foi mais complicada que o esperado para os varejistas", disse o vice-presidente da rede, Eduardo Castro-Wright.
A rede Costco divulgou uma queda de 4% nas vendas nas mesmas lojas. Excluídas as vendas de combustíveis, no entanto, houve um aumento de 4%.
Entre as lojas de departamentos, as vendas da Sears Holdings --que opera as redes Sears e Kmart-- caíram 7,3%; só nas lojas Sears, as vendas caíram 12,8%. Já as vendas da rede Kmart caíram 1,1%. As vendas nas mesmas lojas da rede Macy's caíram 4% em dezembro --queda menor, no entanto, que os 5,3% previstos pelos analistas.
Para o período de novembro a dezembro, as vendas nas mesmas lojas da Macy's caíram 7,5%. A empresa reduziu suas estimativas para o quarto trimestre e para 2008 como um todo, devido, entre outros fatores, ao plano de fechar 11 lojas --a rede tem mais de 840 lojas.
No segmento de luxo, a Saks --que opera a Saks Fifth Avenue-- registrou uma queda de 19,8% nas mesmas lojas, um declínio muito pior que o previsto, uma queda de 10%.
A rede Limited Brands registrou uma queda de 10% nas vendas nas mesmas lojas, contra uma previsão de 7,8%; a rede ainda reduziu suas expectativas para o quarto trimestre. A rede Gap teve uma queda de 14% nas vendas nas mesmas lojas, maior que a de 9,3% esperada. "Os consumidores esperaram até o último minuto para comprar e enfrentamos um ambiente altamente competitivo de promoções", disse a diretora-financeira da Gap, Sabrina Simmons.
A rede de lojas de roupas J Crew Group anunciou que espera um prejuízo de US$ 0,24 a US$ 0,29 por ação no quarto trimestre, contra a expectativa de lucro de US$ 0,05 a US$ 0,10 por ação anunciada anteriormente.
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Obrigado pela informação. Estamos tentando agora na Justiça, porque o INSS local diz que a doença não existe (O responsável local). Falo sério.
Para quem esta dando alta para quem tem cancer ou mãos amputadas...
Agradeço, e muito, sua colaboração, assim como agradeço à Folha de São Paulo por permitir retratar este descaso, não só comigo, mas com todos aqueles que necessitam de auxilio doença em Ponta Grossa - Paraná.
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Prezado colega Sr. Marco Hundsdorfer (32) 23/11/2009 19h18
Li seu comentário e achei lamentável que isso esteja acontecendo porque fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à forma de sensibilidade de uma pessoa frente a um estímulo doloroso, envolvendo músculos, tendões e ligamentos. É bastante provável que o Sr tenha conhecimento, mas enfim, não custa nada passar esse tipo de informação, até porque, talvez seja preciso juntar uma série de informações adicionais, inclusive da Sociedade Brasileira de Reumatologia, para que o caso seja devidamente enquadrado. Mesmo tendo sido reconhecida nos USA, os profissionais da área de saúde continuavam usando a classificação do Código Internacional de Doenças (CID 10) aplicando o código M.79.0 - "Outros transtornos dos tecidos moles, não classificados em outra parte" (que por não ser específico incluía a Fibromialgia), código este fornecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Ocorre que atualmente ele não é mais utilizado e, portanto, não tem mais validade para atestar a Fibromialgia porque esta Síndrome ganhou um código CID próprio, fornecido pela própria OMS, que é o código M.79.7, passando assim a ser uma patologia totalmente reconhecida. De modo que este é C.I.D válido e deve ser usado pelos profissionais da área de saúde.
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