Petróleo recua novamente após dados ruins nos EUA
da Folha Online
O preço do petróleo no mercado nova-iorquino sofreu nesta quinta-feira a segunda queda seguida, puxada mais uma vez por dados econômicos ruins nos Estados Unidos.
O barril do petróleo leve tipo WTI para entrega em fevereiro, negociado na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês), fechou em baixa de 2,18%, negociado a US$ 41,70.
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O preço chegou a atingir os US$ 50 nos últimos dias, devido às tensões no Oriente Médio, elevadas devido à ofensiva militar de Israel na faixa de Gaza. Além disso, a disputa entre Rússia e Ucrânia sobre gás natural também causou preocupação entre os investidores. Porém, o preço voltou a cair com o agravamento da crise nos Estados Unidos, o principal consumidor mundial da commodity.
Nos indicadores americanos, o panorama do mercado de trabalho é preocupante: hoje o Departamento do Trabalho informou que o número de pessoas recebendo o benefício há pelo menos duas semanas, no entanto, cresceu em 101 mil, atingindo 4,61 milhões, superando as expectativas dos analistas, que projetavam um total de 4,5 milhões.
Amanhã (9) o departamento deve divulgar os dados do mercado de trabalho no país referentes a dezembro; a expectativa é de que tenham sido fechados no país entre 475 mil e 500 mil postos de trabalho, com uma taxa de desemprego de 7%, a maior de toda a administração do presidente americano, George W. Bush. Ontem, a consultoria de recursos humanos ADP Employer Services informou que o setor privado da economia dos EUA perdeu 693 mil postos de trabalho em dezembro.
O aumento do desemprego é um dos principais motivos para a queda da demanda, que atinge diretamente o mercado de petróleo.
Segundo o Departamento de Energia, as reservas de gás caíram menos que o previsto na semana passada; a informação chega um dia depois de o departamento ter informado que as reservas de petróleo também contrariaram as expectativas --houve um aumento de 6,7 milhões de barris nas reservas americanas, contra previsões de um aumento de apenas 2 milhões.
"A demanda vai ser menor que o esperado e ainda temos muito petróleo nos navios-tanque e nas reservas", disse à agência de notícias Associated Press o presidente da Strategic Energy & Economic Research Inc., Michael Lynch. "Os estoques estão altos em termos de barris, mas quando pensamos que a demanda está baixa, os estoques se tornam muito altos."
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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A inflação de que você fala não é e não será factível, pois mesmo que se esteja aumentando a base monetária, depois da crise está ocorrendo uma desalavancagem dos agentes. Por outros lado, se a China seguir o que os países desenvolvidos estão desesperados para que ela faça (valorizar o Yuan), ai sim creio que teremos um processo inflacionário.
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