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Dinheiro
09/01/2009 - 08h00

Preços em São Paulo abrem 2009 em alta de 0,18%, diz Fipe

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da Folha Online

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) no município de São Paulo registrou alta de 0,18% na primeira quadrissemana de janeiro --30 dias até 07/01--, pouco acima do 0,16% visto na última semana de dezembro de 2008. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Na categoria Educação, os preços tiveram alta expressiva, de 1,05%, contra ligeira variação positiva de de 0,08% na última semana de dezembro. O movimento reflete o início do período de compras de materiais escolares.

Na categoria Alimentação, os preços caíram 0,52%, mostrando uma ligeira recuperação em relação ao fim de dezembro, quando a queda foi de 0,54%. Os preços na categoria Habitação subiram 0,29%, acima dos 0,23% de uma semana antes.

Os preços na categoria Transporte tiveram alta de 0,12%, desacelerando em relação ao índice da última semana de dezembro, quando houve elevação de 0,18%. Na categoria Despesas Pessoais, os preços subiram 0,79%, também abaixo do índice referente à semana anterior, quando a alta foi de 0,88%.

Os preços na categoria Saúde registraram ligeira variação positiva na semana passada, ficando em 0,06%, contra uma ligeira alta de 0,04% uma semana antes --na terceira quadrissemana de dezembro, o índice havia registrado alta de 0,20%.

Na categoria Vestuário, os preços subiram 0,88% na última semana, contra alta de 1,22% uma semana antes.

O IPC mede a variação dos preços no município de São Paulo de famílias com renda até 20 salários mínimos.

Comentários dos leitores
José Alberto (222) 04/12/2009 11h03
José Alberto (222) 04/12/2009 11h03
Com certeza essa inflação mentirosa do governo lulala não coloca em seus calculos o que pagamos em comida, gasolina, aluguel, algumas mordomias que são obrigações do governo nos dar como saude digna,desenvolvimento, e o recuso dessa classe que nos rouba a de politicos e juizes que não lhe são cobrados IR e quando pagam são irrisórios ou pela metade, e os rombos feitos pelo bndes em nossa economia, o governo declara ajuda a bancos no IR e será que coloca isso como divida ativa, duvido, e se colocar o povo é que paga, e por que será que muitos orgãos não pagam IR, ex: sindicatos, igrejas, pac com obras super faturadas, bolsa miseria,mst, ongs principalmente as estrangeiras, então se somar tudo isso com certeza nossa inflação beira ai os 50% ano e lulala e sua equipe quer nos convencer que ´só 5%, então por que o banco central com o manteiga junto não baixa os juros do copom para 5% tb, e por que será que bancos brasileiros mantem um taxa de juros a mais alta do mundo pois não adianta nos comparar com paises mais podres do que o nosso e sim cuidar do nosso o que os governantes não fazem e nos mantem na miseria ..... sem opinião
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Alziro Ribeiro da Silva (50) 26/11/2009 16h10
Alziro Ribeiro da Silva (50) 26/11/2009 16h10
Hoje é o desejo da maioria dos BRASILEIROS ter um carrinho na garagem, só que este desejo está ficando caro e muitos não aguentam o rojão e com isso fiacam com o nome sujo e se complicam tudo. 2 opiniões
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Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
Ibraim J. Riston (1) 26/11/2009 13h11
É incrível como a popularidade de Lula se mantém com tamanha carga Tributária, IPVA, multa, taxas, pedágios etc... E ainda por cima o descompromisso para com projetos como o GNV. Hoje o preço do gas natural para veículos jogou por terra todo o investimento. Toda a indústria de peças e equipamentos e a rede de serviços desenvolvida em torno do GNV, de repente se vê orfã. Gente que fez plano de vida em torno disso vendo seus planos, que foram baseados em premissas apresentadas pelo governo, dando com os burros n'agua! O álcool que à época era caro pela irresponsabilidade do mesmo governo, hoje embora o custo elevado, ainda é mais em conta que o GNV. E os consumidores que acreditaram e transformaram seus carros para este combustível estão aí se fu... porque o governo não está nem aí para isso. Apenas o baixo custo do GNV justificava todo o transtorno da transformação que vai desde o peso e tamanho do equipamento até a menor performance do motor convertido e a obrigatoriedade da Inspeção Veicular cuja taxa antes R$80,00 hoje é de R$110,00 e se retirar, pasme! R$160,00. Também tem a validade de 5 anos para o cilindro cujo teste para revalidação antes era feito por R$80,00 e hoje!! R$250,00, sem falar em toda a burocracia que se enfrenta, e que é muito maior se você resolver retirar essa arapuca!
Já deu pra perceber o porque deste meu "estado de espírito", eu retirei o equipamento do meu carro e descobri isso tudo há 7 dias do prazo final!
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