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Dinheiro
09/01/2009 - 08h34

Câmara dos EUA quer aprovar pacote de estímulo até 16 de fevereiro

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da Efe

A presidente da Casa dos Representantes (Câmara dos Deputados) dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, disse nesta quinta-feira (8) que prevê a aprovação de um ambicioso plano de reativação econômica no máximo em 16 de fevereiro.

A democrata fez a afirmação em entrevista na rede de televisão pública PBS, a primeira desde que, na terça-feira (6), foi confirmada como presidente da Câmara.

O objetivo da Câmara é "trabalhar nisso [a aprovação do pacote] e tê-lo assinado, enviado e entregue ao povo americano antes do recesso do [feriado do] Dia do Presidente", em 16 de fevereiro, explicou.

Pelosi destacou que o feriado é seu prazo final para que as duas Câmaras do Congresso aprovem o plano, promovido pelo presidente eleito, Barack Obama, e cujo valor poderia chegar a US$ 800 bilhões.

"Esse é meu prazo e, se não temos um acordo e um projeto de lei até então, não teremos um recesso. Não podemos sair daqui sem um pacote de recuperação econômica para o povo americano, porque, como disse o presidente eleito, as conseqüências são muito graves", afirmou Pelosi.

Devido à falta de ação do presidente George W. Bush perante a crise atual, "devemos agir e devemos agir agora", afirmou.

O plano de estímulo econômico, segundo explicou Obama, incluirá mais investimentos em infra-estrutura, ajudas aos governos locais e estaduais, e a criação ou preservação de três milhões de empregos.

Embora não se conheçam os detalhes do plano que o Congresso elabora, em estreita cooperação com a equipe de transição de Obama, Pelosi indicou que o pacote econômico estará dividido, quase em proporcionais iguais, entre gastos fiscais e cortes de impostos.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (444) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
2 opiniões
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mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
mauro guanandi (50) 04/12/2009 10h32
sENHOR cELSO. eSTAS CERTO QUANTO AO PETRÓLEO.
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
sem opinião
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celso assis (79) 03/12/2009 10h03
celso assis (79) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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