Desemprego nos EUA faz petróleo recuar pela terceira vez em NY
da Folha Online
O preço do petróleo recuou nesta sexta-feira pelo terceiro dia seguido em Nova York, puxado pelo aumento do desemprego nos Estados Unidos --o maior consumidor mundial da commodity. O número de vagas perdidas no mês passado ficou abaixo do previsto, mas não atenuou os temores sobre um aprofundamento da recessão em que se encontra a economia dos EUA.
Na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês), o barril de petróleo leve tipo WTI para entrega em fevereiro recuou 2,07%, para US$ 40,83. O preço ao longo do pregão chegou a recuar para abaixo dos US$ 40.
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A tensão no Oriente Médio, causada pela ofensiva militar de Israel na faixa de Gaza, e pela disputa entre Rússia e Ucrânia sobre gás natural, afetou o mercado petrolífero no início da semana. Porém, os dados ruins da economia americana --que já foram responsáveis pelo preço do petróleo despencar dos US$ 147 registrados em julho do ano passado para os níveis atuais-- retomaram o fôlego nos últimos dias.
A taxa de desemprego nos EUA subiu para 7,2%, a mais alta desde o início de 1993. Já o número de vagas fechadas no país em dezembro ficou em 524 mil. As estimativas eram de que a perda líquida de postos de trabalho no país poderia chegar a 550 mil. Em 2008 como um todo, o país perdeu 2,6 milhões de empregos, maior número desde o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945.
O mercado de trabalho é, ao lado da confiança do consumidor, os componentes considerados mais importantes para o consumo --o principal motor da economia norte-americana.
Com a menor demanda, as reservas de combustíveis estão subindo, o que influi decisivamente nos preços do petróleo. Nesta semana, o Departamento de Energia informou que os estoques de petróleo dos EUA cresceram em 6,7 milhões de barris, contra uma expectativa de crescimento de 2 milhões.
Em seu relatório diário, o analista de energia, Stephen Schork, destacou o enfraquecimento da economia, especialmente na indústria automotiva e de aço, com as montadoras prolongando as paradas programadas de fim de ano na América do Norte.
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Agora sim que a Venezuela, do Chávez doidão, vai para o buraco de uma vez.
Eles ao contrário do resto mundo estão entrando em profunda recessão, só agora.
Haviam conseguido se segurar pelas tabelas, graças ao petróleo.
Com a queda no valor do principal e único produto gerador de divisas de lá, e com apagões constantes e falta crônica de produtos de primeira necessidade acontecendo, a Venezuela pode estar entrando em franca bancarrota.
Seria o fim dos bolivarianos...
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EU QUERO SER O CANDIDATO PÓS-LULA E NÃO O ANTI-LULA. E mais uma declaração assim : O PRESIDENTE LULA SERÁ LEMBRADO PELO POVO BRASILEIRO DURANTE 100 ANOS. E já repetiu várias vezes ( quase todos os dais ) que não aceita ser candidato a vice numa chapa com o Governador José Serra. Ou seja, besta ele não é. Iria correr um risco enorme de ficar sem nada e portanto segundo ele, ou será candidato do partido a presidente ou será candidato ao senado. Está novo e tem muito tempo para se candidatar em 2.014 ou em 2.018.
E o governador José Serra ? Ah, esse aí vai empurrando com a barriga a sua decisão sobre o caminho a tomar. Ele está numa tremenda saia justa porque não sabe como dizer ao partido que não será candidato a presidente da república, mas que irá tentar a reeleição ao governo de São Paulo. Outro que não é nada besta. E assim vai seguindo um partido sem discurso, sem rumo, sem projetos e também sem candidatos para as eleições de 2.010. Eta desgraceira. O mais curioso é que, não só o Gov. Aécio Neves em entrevista ao João Dória Jr. como também outros politicos do partido dizerem que não podem deixar de jeito nenhum que, na campanha de 2.010, os governistas façam as comparações entre o atual governo e o do Sr. Fernando Henrique. Mas isso já está decidido e não existe lei no Brasil que proiba essa campanha. E a coisa vai ficando cada vez mais preta.
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