Papa pede novo estilo de vida solidário para sair da crise
da Efe
O papa Bento 16 disse nesta segunda-feira que a grave crise econômica no mundo está ligada a uma crise estrutural, cultural e de valores, e que só com um estilo de vida baseado na sobriedade, na solidariedade e na responsabilidade é possível construir uma sociedade mais justa e um futuro melhor.
Bento 16 defendeu um estilo de vida "que reduza o individualismo e os interesses particulares em prol do bem de todos, prestando especial atenção às pessoas mais fracas, que não devem ser consideradas um peso, mas como um recurso que é preciso avaliar".
"Penso nas famílias, especialmente naquelas com filhos pequenos que têm direito a um futuro tranquilo, e nos idosos, muitos dos quais vivem em solidão e em condições preocupantes. Penso na falta de casas, na falta de trabalho e no desemprego juvenil, e na não fácil convivência entre grupos étnicos, no grande problema da imigração e dos ciganos", disse.
O pontífice afirmou que, para sair da crise, é necessário superar as divisões e delinear projetos estratégicos para os anos futuros, inspirados nos princípios e valores que fazem parte do patrimônio dos povos. Ele ainda ressaltou que é necessária uma sinergia entre todas as instituições para oferecer respostas às crescentes necessidades das pessoas.
Bento 16 disse que a obrigação do Estado é adotar as políticas sociais e econômicas, e, a da Igreja, é estimular a reflexão e a formação das consciências de todos os fiéis. Segundo o papa, "nunca como agora a sociedade civil entende que só com estilos de vida inspirados na sobriedade, na solidariedade e na responsabilidade é possível construir uma sociedade mais justa e um futuro melhor para todos".
O papa fez estas afirmações no discurso que dirigiu hoje ao governador da região do Lazio, Piero Marrazzo; ao prefeito de Roma, Gianni Alemanno; e o governante da Província de Roma, Nicola Zingaretti, recebidos no Vaticano para a tradicional troca de felicitações pelo novo ano.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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