Bush pede ao Congresso que libere 2ª parte do pacote de US$ 700 bi
da Folha Online
O presidente americano, George W. Bush, pediu nesta segunda-feira ao Congresso que libere os US$ 350 bilhões restantes do Tarp (Programa para Alívio de Ativos Problemáticos, na sigla em inglês), o pacote de US$ 700 bilhões aprovado em outubro do ano passado para resgatar empresas do setor bancário, informou a porta-voz da Casa Branca, Dana Perino.
Segundo ela, Bush fez o pedido por solicitação do presidente eleito dos EUA, Barack Obama, que assume o cargo no próximo dia 20. A porta-voz informou que a Casa Branca continuará trabalhando com a equipe de transição de Obama e com o Congresso em uma forma de viabilizar mais rapidamente a liberação dos recursos.
"Eu disse a ele que se ele acha que os US$ 350 bilhões são necessários, eu os pedirei ainda durante minha gestão", afirmou Bush, em uma coletiva realizada hoje.
O jornal americano "The Washington Post" havia informado na sexta-feira (9) que Obama criticou o Tarp e sinalizou mudanças na medida. Segundo o diário, Timothy Geithner, nomeado para o Departamento do Tesouro na gestão Obama, além de conselheiros como Lawrence Summers, têm trabalhado para modificar o pacote de ajuda de modo a beneficiar também municípios, pequenas empresas e consumidores.
Da primeira parte dos US$ 700 bilhões, US$ 250 bilhões foram utilizados para comprar ações em bancos como forma de reforçar seus balanços e permitir que pudesse retomar o fluxo normal de concessões de empréstimos --o que já marcava um desvio em relação à finalidade original do pacote: resgatar empresas do setor bancário com problemas ligados a papéis "podres" (com alto risco de calote).
No dia 12 de novembro, o secretário do Tesouro, Henry Paulson, anunciou outra mudança na aplicação do pacote: agora o governo pretende injetar o dinheiro em empresas fora do setor bancário, como companhias de cartões de crédito e de financiamento automobilístico e estudantil.
No mês passado, o governo americano ampliou mais uma vez o alcance da ajuda, oferecendo um empréstimo de até US$ 17,4 bilhões ao setor automobilístico.
Nos últimos dias, Obama prometeu um plano de resgate da economia de até US$ 800 bilhões para concentrar esforços na criação de ao menos três milhões de empregos. Nesta quinta-feira, o presidente prometeu um corte de US$ 1.000 em impostos para 95% das famílias de trabalhadores de classe média americanos.
Obama também prometeu dobrar a produção de energias alternativas nos três próximos anos e melhorar a eficiência energética em dois milhões de lares. O presidente repetiu novamente que a onda de pessimismo contagiou as famílias americanas, desesperadas com as perdas de milhões de postos de trabalho, e que a situação poderá piorar ainda mais se o plano não for aprovado imediatamente pelo Congresso.
Leia mais notícias sobre a economia dos EUA
- Desempregados nos EUA chegam ao maior número desde 1945
- Perda de emprego é a principal preocupação global, aponta pesquisa
- Fed compra US$ 10 bilhões em títulos de gigantes de hipoteca
Outras notícias sobre economia em Dinheiro
- Luiz Trabuco vai suceder Márcio Cypriano no comando do Bradesco
- Portabilidade numérica engloba mais 13 milhões de pessoas a partir de hoje
- Setores ensaiam retomada na Bovespa
Especial
- Veja o que há em nossos arquivos sobre a crise econômica
- Acompanhe a retrospectiva dos principais fatos deste ano
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet.
Livraria


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
avalie fechar
O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
avalie fechar
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
avalie fechar