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Dinheiro
12/01/2009 - 17h25

EUA podem perder outros 2 milhões de empregos em 2009, diz estudo

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da Efe, em Nova York
da Folha Online

A economia dos Estados Unidos pode perder 2 milhões de empregos em 2009, de acordo com cálculos do instituto The Conference Board divulgados nesta segunda-feira. Em 2008, o país contabilizou a redução de 2,6 milhões postos de trabalho, maior número desde o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, quando o país perdeu 2,8 milhões vagas.

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O índice de tendências de emprego elaborado pela entidade privada para tentar antecipar a evolução do mercado de trabalho nos Estados Unidos foi de 99,6 pontos em dezembro, o que representa uma queda de 1,6% em relação ao mês anterior e de 16% frente a um ano atrás.

"Essa forte queda do índice de emprego sugere que o número de empregos perdidos poderia aumentar em outros dois milhões", explicou o economista Gad Levanon, do The Conference Board, na divulgação dos dados da entidade.

O índice de emprego mostrou uma persistente tendência de baixa durante quase um ano e meio nos oito indicadores considerados em sua elaboração e que incluem dados oficiais e independentes.

Nos últimos seis meses, a redução foi percebida particularmente no trabalho temporário e nas contratações a tempo parcial, segundo o analista.

"A contínua deterioração do índice aponta que não se espera uma recuperação do mercado de trabalho em um futuro próximo", afirmou Levanon.

Os dados oficiais de emprego divulgados na sexta-feira passada pelo Departamento de Trabalho mostraram que a economia dos Estados Unidos perdeu 524 mil empregos no mês passado e outros 584 mil em novembro.

Ao mesmo tempo, em dezembro a taxa de desemprego aumentou quatro décimos em relação ao mês anterior, até 7,2% no fim do ano --a maior desde o início de 1993.

Segundo os dados do governo, o número de pessoas desempregadas no país atingiu 11,1 milhões. Desde o início da recessão, em dezembro de 2007, o número de desempregados aumentou em 3,6 milhões, e a taxa de desemprego cresceu em 2,3 pontos percentuais.

Comentários dos leitores
Cassio XF (33) 01/12/2009 19h54
Cassio XF (33) 01/12/2009 19h54
Nao eh o Ouro que que estah aumentando, sao as moedas que estao se desvalorizando. O ouro sempre tem valor estavel se comparado aos outros comodities. Por exemplo, a mesma quantidade de ouro compra o mesmo volume de petrole hoje e ou ha 30 anos atras.
Ele tem que ser usado de base para medir o poder de compra e quanto os governos estao inflacionando o mercado imprimindo dinheiro como querem.
O deficit publico mundial eh vergonhoso. Se imprime dinheiro para paga-lo e quem acaba pagando mesmo a conta eh o trabalhador via inflacao, ou desvalorizacao de seu dinheiro, principlamente no Brasil onde se ha somente uma moeda - pura ditadura economica.
3 opiniões
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joão nascimento (232) 01/12/2009 18h21
joão nascimento (232) 01/12/2009 18h21
epero que o dem puna o seu governador e não varra a sujeira para baixo do tapete como pt
SO O FATO DA OPSIÇÃO PUNIR O GOVERNADOR SO AI VAI GANHAR VOTOS E MUITTOS VOTOS POIS O BRASILEIRO EM SUA MAIORIA E HONESTO SE REALMENTE O DEDO DURO DO DURVAL TENHA RAZÃO E SO DAQUI DOIS MESES PEDIR O SIGILO BANCARIO DELE E DA FAMILIA VAI TER UM DEDINHO CORTADO NESTA SUJEIRA E SO ESPARAR PARA VER
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celso assis (76) 01/12/2009 12h32
celso assis (76) 01/12/2009 12h32
Seria talvez interessante saber não só a porecntagem em relação ao PIB, mas tambem qual a porcentagem em relação PIB dos empréstimos que foi para o consumo e qual a que foi para a produção (excuindo-se aqui dados do BNDES).
A renda per capita da população seria importante no estudo da dívida?
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