Trabalhadores da GM paralisam contra demissões no interior de SP
da Folha Online
Os trabalhadores da General Motors de São José dos Campos paralisaram a produção por 1 hora na manhã desta terça-feira, em protesto à dispensa de funcionários temporários. Às 14h30 está programada uma assembleia dos trabalhadores para decidir sobre nova parada, também de 1 hora, ainda hoje.
"Os metalúrgicos pararam a produção em uma hora, tanto no setor do MVA quanto na S-10, numa atividade que é a primeira de uma denominada 'escalada de mobilizações' contra as demissões", divulgou o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos.
| Giampiero Sposito/Reuters |
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Ontem, a GM confirmou a suspensão de 744 contratos por tempo determinado, alguns deles no fim do prazo e outros ainda em andamento. Segundo o sindicato, outros 58 tiveram o contrato encerrado na última sexta-feira (9).
"É um absurdo que os empresários queiram que os trabalhadores paguem pelo preço de uma crise que não foram eles que criaram. Vamos à resistência e cobrar das autoridades uma atitude, porque, até agora, eles não fizeram nada em defesa do emprego", informou em nota o diretor do Sindicato Vivaldo Moreira Araújo.
Segundo o sindicato, a entidade solicitou uma nova reunião com a empresa para tentar contornar as dispensas. Os metalúrgicos pedem a readmissão dos trabalhadores dispensados e estabilidade no emprego.
"Os trabalhadores ainda reivindicam a atuação dos governos federal, estadual e municipal contra as demissões e em favor dos empregos dos metalúrgicos", em contrapartida aos benefícios já concedidos em impostos pelas três esferas à montadora.
"Não dá para aceitar que o governo Lula dê bilhões de reais às montadoras e deixe os trabalhadores pagarem pela crise com demissões. Mais do que palavras, precisamos de ações concretas do governo federal", disse Luiz Carlos Prates, secretário-geral do Sindicato.
Para evitar novas demissões, o sindicato trabalha com a hipótese de redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais, sem redução salarial e sem banco de horas, com o respaldo de um decreto do governo que concedesse estabilidade no emprego aos trabalhadores.
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Eu ainda me lembro do quebra do banco Ambrosiano na Italia, e que apesar das claras falcatruas promovidas do arcebispo Paul Marcinkus, e como o mesmo Vaticano moveu mundos e fundos para comprar a inocencia do referido meliante, e conseguiu.
Precisamos de uma nova ordem financeira mundial, mas o Vaticano não tem moral para pretender levar essa bandeira. Um estado riquissimo, onde a luxuria, e o desprezo pelo sofrimento alheio fica evidente na quantidade de bens acumulados, e que poderiam ser utilizados para minorar o sofrimento dos desvalidos.
E no passado como ja mencionou aqui o leitor Vladimir Tzonev, a igreja catolica patrocinou o assassinato em massa, com requintes de perversidade e de forma extremamente cruel, aqueles que se recusavam aceitar suas doutrinas.
Então para mim, o Vaticano, seu rei, seus vassalos e etc, não possuem um pingo de ética.
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