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Dinheiro
13/01/2009 - 16h03

Citigroup confirma negociações sobre fusão com Morgan Stanley

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da Folha Online

O Citigroup confirmou nesta terça-feira que está em negociação com o Morgan Stanley sobre a fusão das operações de corretagem. Em um comunicado, o Citi explica que conversa sobre fundir sua corretora Smith Barney com a área de gestão de riquezas do Morgan Stanley.

Segundo informações divulgadas ontem pelo jornal americano "Wall Street Jounal", o Citigroup deve ficar com 49% na joint venture e receber pelo negócio US$ 2,5 bilhões.

Citando fontes próximas à negociação, o jornal afirma ainda que o Morgan Stanley deve comprar a participação total do Citigroup em poucos anos.

Segundo a agência de notícias Reuters, analistas têm ampliando sua estimativa de prejuízo para o Citigroup após notícias de que o terceiro maior banco norte-americano poderia divulgar perda operacional de US$ 10 bilhões no quarto trimestre --o balanço está previsto para sair dia 22 de janeiro.

Combinados, os negócios de corretagem das duas instituições criaria a maior empresa do segmento no mundo. Atrás viria o Bank of America, que comprou o Merrill Lynch em 2008.

Com agência Reuters

Comentários dos leitores
André Nader (7) 14/12/2009 12h51
André Nader (7) 14/12/2009 12h51
Essa medida da china em segurar a especulação imobiliária seria uma boa ideia para ser utilizada aqui em Brasília, onde a TERRACAP, empresa responsável por licitar os imóveis, ajuda os especuladores colocando os valores dos terrenos a preço de ouro o que ajuda a explicar porque o metro quadrado de Brasília está se tornando rapidamente o mais caro do BRASIL.
Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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Eduardo Giorgini (447) 14/12/2009 10h36
Eduardo Giorgini (447) 14/12/2009 10h36
Esses políticos brasileiros são vaidosos e ingenuos.
Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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Polycarpo Quaresma (43) 14/12/2009 09h09
Polycarpo Quaresma (43) 14/12/2009 09h09
Um projeto megalomanico dentro de um sistema interncional decadente com vários episodios de falência. Vão acabar vendendo as construções sor 20% do valor sem opinião
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