FMI prevê panorama "triste" para economia em 2009
da Efe, em Budapeste
Ao reduzir suas previsões de crescimento para 2009, o FMI (Fundo Monetário Internacional) se referiu hoje ao panorama econômico mundial como "triste", mas destacou o pacote de estímulo à economia da Alemanha como uma medida acertada.
O plano alemão apresentado hoje para fazer frente à crise econômica, de 50 bilhões de euros, "é um grande esforço por parte do governo alemão e tenho certeza de que será uma grande ajuda", disse em Budapeste Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do FMI.
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Strauss-Kahn acrescentou à imprensa que não conhece os detalhes do plano apresentado pela chanceler Angela Merkel, mas opinou que "os efeitos destes planos dependem das decisões concretas que se tomam."
"Não temos que olhar apenas para os números globais, mas um pouco mais [adiante], que é o que está por trás destes 50 bilhões [de euros]", declarou o diretor-gerente do FMI.
Após uma reunião com o primeiro-ministro húngaro, Ferenc Gyurcsány, Strauss-Kahn disse que as reformas estruturais necessárias nos diferentes países são quase as mesmas do setor bancário: a regulação monetária, o controle dos gastos e a reforma do sistema tributário.
Por outro lado, o diretor-gerente afirmou que "todos olhamos o futuro com preocupação", porque as previsões para 2009 "são tristes".
O FMI publicará suas previsões em poucos dias, mas Strauss-Kahn antecipou uma forte queda nas expectativas relativas ao crescimento da economia mundial.
Strauss-Kahn disse ainda que a Hungria, que tinha recebido em outubro uma ajuda de 20 bilhões de euros do FMI, da União Europeia e do Banco Mundial, está no caminho certo para fazer frente às consequências da crise financeira mundial.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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