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Dinheiro
14/01/2009 - 10h25

Volkswagen e Arcelor Mittal anunciam adoção de PDV

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da Folha de S.Paulo, no Rio
do Agora

A unidade da Volkswagen no ABC Paulista e a siderúrgica Arcelor Mittal Brasil anunciaram, ontem, a adoção de PDV (Programa de Desligamento Voluntário).

Na Arcelor Mittal, o PDV envolve empregados do setor corporativo da Arcelor Mittal Brasil e da Arcelor Mittal Aços Longos (antiga Belgo Mineira). A iniciativa envolve ainda a antecipação voluntária de aposentadorias. A companhia diz que as medidas são uma forma de equilibrar o descompasso entre oferta e demanda.

Na Arcelor Mittal Aços Longos, os funcionários retornaram das férias coletivas no início do mês. Na Arcelor Mittal Juiz de Fora, com 1.100 empregados, 800 deles também voltaram das férias.

Na Volkswagen, o PDV contempla até 250 trabalhadores, número máximo que pode aderir ao plano.

O PDV é direcionado aos trabalhadores com doenças ocupacionais. A montadora, que fica em São Bernardo (Grande São Paulo), tem 11 mil funcionários.

De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, o PDV era uma reivindicação antiga dos trabalhadores. "O valor que o trabalhador vai receber depende do tempo de serviço. Ele deve multiplicar o número de anos trabalhados por 2,2 salários para saber o valor total", diz Francisco Duarte de Lima, o Alemão, diretor do sindicato.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
País sem empresas de tecnologia e povo mal educado, é país podre.
Brasil é sustentado pelas expectativas e especulações.
Falar mal de FHC, ou ficarem brigando nada adiantará.
Governo Lula se basea em números e é sustentado por forte marketing.
Bom para nós, por teremos um "caixa" de dienheiro extrangeiro, porém, o povo continua pobre e sem educação.
Agora Lula defende usar a Amazinia como refem para ganhar dolares.
Quanta ingenuidade.
[]s
Eduardo.
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
A respeito da reportagem do Nobel de econômia. è de se pensar que seria de bom tom para proxima reunião do copom, se considerar a menor atividade de inicio de ano e se partisse para uma redução significativa da taxa referencial, de 1 a 3 pontos, certamente ajudaria duplamente o sistema como um todo, menos fluxo de externos para aproveitar as taxa exorbitante brasileira, e significatica econômia em gastos com juros, a cada ponto percentual seria algo de dezenas de bilhões, e um auxilio indireto as empresas, que pagam no mercado nacional juros astronômicos, que dificultam em diversos niveis. O setor bancario teriam mais razões para aumentar o volume de operações para com o setor privado....... 1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Reportagem, nivel muito bom de informações e retrospectos, a respeito de um Nobel. Os ajustes que estão sendo feitos, mas principalmente a atenção dedicada as questões se câmbio sempre foram bastante grandes. Exemplifico a taxação a entada de capitais, atingiu de maneira bastante forte aos do tipo meramente especulativos e de curtissimo prazo, ao meu entender poderia ter sido um percentual de um quarto ao que foi feito, segundo o tempo de permanencia, de modo que no sexto mês seria de taxação zero. Mas sendo o proprio ministro existiam formulas, mas dificeis de aplicar e de se controlar. O feito, a taxação, impediu seguramente que o câmbio a esta altura do ano estivesse a algo parecido comum e cinquenta. Permaneceu um fluxo de entrada de recursos menor mas saúdavel para o sistema, algo que força em demasia o poder de compra de divisas. deu significativo folego, luz, visão, a as operações, sinalizou a capacidade de negociação das autoridades do setor. È importante se considerar o cenário em diversos paises em especial aos seguidos recordes do mercado de ouro, de modo geral refletem a atual menor força do dólar em diversos mercados, com participantes mais fortes e combativos. E em especial ajudando as empresas a colocarem os seus produtos no mercado nacional, pois em diversos países, e para determidados casos sequer são compradores, poderiam depreciar mais ainda tais preços, ao exportador seriam algo dificil de tirar algum proveito, dada a concorencia lá. 1 opinião
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