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Dinheiro
14/01/2009 - 13h31

Bolsas de NY abrem em baixa após dados ruins do varejo dos EUA

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da Folha Online

As Bolsas americanas abriram em baixa nesta quarta-feira, com a repercussão negativa das vendas do varejo americano em dezembro do ano passado --que caiu mais do que o esperado pelos analistas.

Às 13h23 (em Brasília), a Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) estava em queda de 2,71%, indo para 8.219,50 pontos no índice Dow Jones Industrial Average, enquanto o S&P 500 perdia 2,9%, para 846,50 pontos. A Bolsa Nasdaq operava em alta de 2,59% no índice Nasdaq Composite, indo para 1.506,47 pontos.

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As vendas no varejo nos EUA tiveram queda de 2,7% em dezembro, marcando seis meses consecutivos de recuo no setor varejista do país, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo Departamento do Trabalho. O dado veio bem pior do que o esperado pelos analistas do setor, que apostaram em queda de 1,2%.

O pessimismo dos consumidores sobre o rumo da economia, em recessão desde dezembro de 2007, e em particular sobre o mercado de trabalho, afetaram as vendas no mês passado.

Os dados de hoje, assim, confirmam o que as principais redes varejistas já haviam apresentado na semana passada. A rede Wal-Mart teve um crescimento de 1,2% nas vendas, contra uma expectativa de expansão de 2,8%. Outras redes tiveram menos sorte: a Costco sofreu uma queda de 4% nas vendas; as vendas da Sears Holdings (que opera as redes Sears e Kmart) caíram 7,3%; na Macy's a queda foi de 4% em dezembro.

Outra fonte de preocupação dos investidores está nas notícias corporativas. O Citigroup e o Morgan Stanley anunciaram ontem a fusão de suas respectivas filiais especializadas na venda de produtos financeiros para particulares. A nova empresa recebeu o nome de Morgan Stanley Smith Barney, será controlada pelo Morgan Stanley, com 51% do capital. O Citigroup vai ficar com 49% na joint venture e receber pelo negócio US$ 2,7 bilhões.

Segundo analistas, a fusão é um sinal de que o Citigroup, o maior banco americano em ativos, está com problemas de liquidez. As ações do banco recuam 12%.

Já a Nortel --empresa canadense de equipamentos de telecomunicações-- estuda a possibilidade de recorrer à proteção da lei que regulamenta os processos de falências, segundo o jornal "The Wall Street Journal". Devido ao boato, os papéis da empresa têm perda de 23,8%.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
A respeito de fusão e ou incorporação. São amplas as possibilidades de fusões associações, aquisições, incorporações. Ao mercado brasileiro, a as empresas brasileiras. È de se crer na ampliação dos horizontes empresariais, no Brasil e no mercado internacional, è parte da democracia e globalização...... È importante se pensar nas ampliação das possibilidades de se adotar novas tecnologias, novas formulações, novas visões, novos tratos para uso de produtos usuais do mercado e ou de novas gerações de itens. Exemplifico para o caso do cimento evolução na utilização de agregado, compostos basicos, quimicamente tem faltado dar mais atenção a pontos basicos adequar temperaturas e pequenos arranjos nas confeções. No setor de aço conjuagar produtos atuais do mercado e até novas composições, e ou formatos elaborativos, a exemplo da utilização de pricipios simples, agregando multiplas placas extruturadas. para novos sistemas contrutivos, e ou melhorias aos atuais. è de se prever a construção de predios, avioões, onibus, caminhões, trem,navios, pontes e ou viadutos, "principalmente para se evitar tragédias similar a ocorrida no rodo anel de SP".... nova visão para arquitetura, designer noderno, eficiente, ágil, econômicamente viaveis, e ou industrialmente. e ou a nivel de execução. O fundamental é estar ocorrendo mudança na maneira de se pensar, e avontade de tentar novos processos, bom sinal para o Brasil suas empresas e trabalhadores. sem opinião
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Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Ogrande endividamento público dos países ricos durante a crise é um risco ao crescimento econômico sustentável. Assim como no Brasil, que se endividou muito nos anos 90, perdeu sua capacidade de crescimento e se enfiou em sucessivas crises.
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
sem opinião
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augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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