Após receber ajuda do governo, Bank of America anuncia perda de US$ 1,79 bi
da Folha Online
O Bank of America anunciou nesta sexta-feira que teve seu primeiro prejuízo desde 1991 e cortou seus dividendos após receber uma ajuda de US$ 20 bilhões do governo americano, a fim de ajudar na conclusão da compra do Merrill Lynch.
No quarto trimestre do ano passado, o banco teve um prejuízo de US$ 1,79 bilhão (US$ 0,48 por ação), contra um lucro de US$ 268 milhões (US$ 0,05 por ação) um ano antes. Os resultados não incluem a perda de US$ 15,3 bilhões registradas pelo Merrill.
O resultado, no entanto, não foi tão ruim quanto o previsto pelos analistas, que estimavam um prejuízo de US$ 3,6 bilhões. O banco separou US$ 8,54 bilhões no trimestre passado para cobrir perdas com empréstimos duvidosos, acima dos US$ 3,31 bilhões registrados um ano antes.
Ainda assim, no acumulado de 2008, o banco lucrou US$ 4,01 bilhões, mas o valor representou uma queda de 73,23% em relação a 2007, quando obteve lucro de US$ 14,98 bilhões.
Segundo informou hoje o banco, a receita aumentou 8%, passando de US$ 68,58 bilhões em 2007 para US$ 73,98 bilhões no ano passado, mas as perdas líquidas em seus créditos se elevaram a US$ 22,9 bilhões.
A atual situação econômica e financeira fez o banco aumentar suas provisões para US$ 26,83 bilhões em 2008, contra US$ 18,44 bilhões em 2007.
O congelamento dos mercados internacionais teve um impacto negativo para o Bank of America de US$ 4,61 bilhões no quarto trimestre, dos quais US$ 1,72 bilhões foram perdas por derivados de crédito.
O resultado saiu depois de o anúncio que o banco receberá mais US$ 20 bilhões do governo dos Estados Unidos para ajustar sua contabilidade depois da compra do Merrill. O dinheiro virá do Departamento do Tesouro, do Federal Reserve (Fed, o BC americano) e da FDIC (Corporação Federal de Seguradora de Depósitos, na sigla em inglês).
Os três organismos protegerão o banco com até US$ 118 bilhões, diante da possibilidade de que registre "perdas incomuns", devido à compra do Merrill Lynch em novembro no valor de US$ 50 bilhões.
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
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