Dinheiro
26/01/2009 - 11h11

Emprego da indústria paulista recua 0,27% em 2008; setor fecha 130 mil vagas em dezembro

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YGOR SALLES
da Folha Online

O nível de emprego da indústria de transformação do Estado de São Paulo fechou 2008 com recuo de 0,27% em 2008, nos dados sem ajuste sazonal, segundo levantamento da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) divulgado nesta segunda-feira. Com isso, o setor fechou 7.000 vagas ao longo do último ano.

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Em dezembro, a queda foi de 5,64% na comparação com novembro, também sem ajuste sazonal. No mês passado foram perdidos 130 mil postos de trabalho, segundo a entidade e antecipado pelo colunista da Folha Guilherme Barros. Em novembro, a queda sobre outubro tinha sido de 1,46% --ou 34 mil vagas a menos.

Considerando os dados com ajuste sazonal, que elimina características específicas de cada período, a baixa no emprego no mês passado foi de 2,72%.

No fechamento do ano, nove setores tiveram desempenho positivo, 11 mais demitiram que contrataram e um ficou estável.

Por setores, o que mais contratou foi o de máquinas para escritório e equipamentos de informática, com 11,5% de alta no nível de emprego, seguido por material eletrônico e aparelhos e equipamentos de comunicações, com elevação de 8,8%. Os que mais demitiram foram couro, artigos de couro, viagens e calçados, com queda de 18,4%, e equipamentos de instrumentação médico-hospitalares, com recuo de 4,7%.

Já no mês passado, os 21 setores tiveram queda. As maiores perdas foram nos setores de máquinas para escritório e equipamentos de informática, com queda de 29,5%, e coque, refino de petróleo, combustíveis nucleares e álcool, com retração de 24,9%.

Comentários dos leitores
vinicius soares nascimento (2) 26/01/2009 20h27
vinicius soares nascimento (2) 26/01/2009 20h27
A verdade dói e para quem não suporta tal dor só resta se desesperar e pedir aos jornalistas que não publiquem notícias sobre a real situação do cambaleante sistema capitalista,que se encontra a beira de um colapso, a CRISE FINANCEIRA MUNDIAL continua em plena evolução a despeito de todos os esforços dos maiores estadistas do mundo; as demissões se multiplicam em progressão geométrica fazendo o consumo cair ainda mais o que faz as empresas reduzirem suas produções e demitirem mais e mais; ou seja é um ciclo vicioso que torna a crise maior e mais forte a cada dia. sem opinião
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vinicius soares nascimento (2) 26/01/2009 20h07
vinicius soares nascimento (2) 26/01/2009 20h07
Para quem não suporta ler a verdade e vive no fantástico mundo de bob basta colocar um nariz de palhaço e comemorar a posse do novo "messias" acreditando que ele vai acabar com as querras, enchentes e claro livrar o mundo da MAIOR CRISE FINANCEIRA MUNDIAL DA HISTÓRIA DO CAPITALISMO. sem opinião
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fabio fiebrantz (223) 26/01/2009 10h56
fabio fiebrantz (223) 26/01/2009 10h56
IBGE um órgão federal que faz pesquisas com critérios duvidosos só poderia estar dizendo meias verdades.Por exemplo : se a pessoa perdeu o emprego e não procurou outro, ela não é considerada um desempregado...segundo o IBGE desempregado é aquele que procura emprego e não acha, não aquele que aproveita o seguro desemprego para tirar 6 meses de férias nas costas da nação."Provavelmente o índice de turistas também tenha aumentado" sem opinião
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