Dinheiro
28/01/2009 - 03h49

Brasileiros estão entre os menos pessimistas com a crise, mostra pesquisa

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da Folha Online

O Fórum Econômico Mundial começa nesta quarta-feira em Davos, na Suíça, com os executivos globais em estado de pânico com a crise financeira, revela reportagem de Clóvis Rossi na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). Na reta contrária da maioria dos participantes, os brasileiros são os menos pessimistas em relação às turbulências mundiais.

O desânimo é atestado pela pesquisa feita pela PricewaterhouseCoopers e divulgada na véspera da abertura do encontro anual. A confiança dos executivos caiu para o nível mais baixo desde 2003, quando a Price começou a pesquisar as expectativas dos executivos-chefes das grandes empresas do mundo. Só 21% deles disseram estar confiantes em que o faturamento aumente nos próximos 12 meses.

No caso dos executivos brasileiros, por exemplo, encontra-se o segundo menor índice de pessimismo: 33% dos pesquisados acreditam em crescimento dos ganhos em 2009, 50% mais do que a média global. Os mais otimistas da pesquisa são os indianos, entre os quais 70% acreditam na aceleração.

Do outro lado, os mais pessimistas são os executivos de países ricos: só 5% dos franceses, 8% dos italianos, 9% dos japoneses, 12% dos britânicos, 13% dos norte-americanos e espanhóis esperam aumento de receita no curto prazo.

Alternativa ao Fórum Econômico, o FSM (Fórum Social Mundial) começou ontem e vai até domingo (1º), em Belém (Pará). Criado em 2001, por iniciativa de ONGs brasileiras e estrangeiras, o FSM coincide com a reunião de Davos e serve como ponto de encontro para discussão de alternativas às políticas neoliberais.

Leia a notícia completa na Folha desta quarta-feira, que já está nas bancas.

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