Crise deve chegar às pequenas indústrias no 1º trimestre, diz CNI
LORENNA RODRIGUES
da Folha Online, em Brasília
A crise financeira deve atingir com maior intensidade as pequenas indústrias neste primeiro trimestre, afirmou o economista da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Renato Fonseca.
Segundo ele, a crise mundial atingiu primeiro as grandes empresas, que são exportadoras, mas deve chegar com maior força às pequenas e médias já nos próximos meses.
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"Como a crise está vindo de fora, ela atingiu primeiro as grandes empresas. Mas as pequenas muitas vezes são fornecedoras das grandes e vão começar a sentir essa crise no primeiro trimestre", afirmou.
De acordo com pesquisa divulgada hoje pela CNI, a dificuldade de acesso a crédito aumentou para a indústria no último trimestre de 2009. O indicador que mostra as condições de acesso a empréstimos ficou em 32,4 pontos, contra 42,6 pontos no trimestre anterior. No último trimestre de 2007, o índice era de 47,6 pontos.
Emprego
Ainda segundo o levantamento, os industriais brasileiros preveem um cenário de menor demanda e queda de emprego nos próximos seis meses. O indicador de expectativa de demanda ficou em 39,7 pontos em janeiro --em uma escala até 100 onde números abaixo de 50 indicam redução.
A perspectiva é de redução também no número de empregos. O índice ficou em 40,5 pontos, contra 49,8 pontos em outubro e 53 pontos em janeiro do ano passado.
Os empresários estão pessimistas também em relação às exportações. O índice caiu de 48,4 pontos em outubro para 41,7 pontos em janeiro. Em janeiro do ano passado, o índice era de 48,5 pontos.
Recorde
A produção da indústria no quarto trimestre de 2008 teve o pior resultado da série histórica da CNI, iniciada em 1999.
O indicador de produção ficou em 40,8 pontos (em uma escala que vai até 100, em que números abaixo de 50 indicam redução). No terceiro trimestre, o índice estava em 57,8 pontos e, no quarto trimestre de 2008, em 59 pontos.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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