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Dinheiro
03/02/2009 - 18h30

Vendas de montadoras despencam em janeiro nos EUA; GM tem queda de 49%

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da Folha Online

Atualizada às 19h38

As vendas das montadoras despencaram nos Estados Unidos em janeiro, consolidando a posição do setor como um dos mais atingidos pela crise financeira internacional. A GM (General Motors) registrou queda de 49% em suas vendas nos Estados Unidos em janeiro, em relação ao mês anterior, com 129.227 veículos comercializados, anunciou o grupo nesta terça-feira em um comunicado.

A montadora é a mais afetadas pela crise mundial. No último mês de 2008, o governo americano anunciou uma ajuda de até US$ 17,4 bilhões para o setor automobilístico, tirados do pacote de US$ 700 bilhões aprovado em outubro e destinado inicialmente a resgatar empresas do setor bancário com problemas ligados a papéis "podres" (com alto risco de calote).

Com o resultado ruim, a GM prevê que a produção somará 380 mil carros no primeiro trimestre de 2009, o equivalente a uma queda de 57% sobre o mesmo período do ano passado.

A única empresa a registrar aumento foi a coreana Hyundai, com alta de 14,3% nas vendas (para 24.512 unidades), ante comercialização de 21.452 carros em janeiro do ano passado.

A Toyota, por sua vez, informou que comercializou 117.287 veículos em janeiro, baixa de 31,7% sobre os 171.849 veículos vendidos um ano antes. A Honda informou queda de 27,9% nas vendas, com 71.031 veículos comercializados, contra 98.511 em janeiro de 2008.

Já a Ford anotou recuo nas vendas de 40,2% em janeiro sobre o mesmo mês de 2008, com vendas de 93.506 unidades, ante 156.391 no ano anterior.

A Daimler viu queda nas vendas da ordem de 35,5% (12.209 veículos), enquanto a Volkswagen informou recuo de 11,6% (12.744), a Audi, de 26,4% (4.722), e a Porsche baixa de 36% (1.658).

Por fim, a Chrysler anunciou que suas vendas nos EUA diminuíram 54,8% em janeiro, para 62.157 unidades, em comparação com o mesmo mês de 2008.

Comentários dos leitores
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... sem opinião
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Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Cássio,
A inflação de que você fala não é e não será factível, pois mesmo que se esteja aumentando a base monetária, depois da crise está ocorrendo uma desalavancagem dos agentes. Por outros lado, se a China seguir o que os países desenvolvidos estão desesperados para que ela faça (valorizar o Yuan), ai sim creio que teremos um processo inflacionário.
sem opinião
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