Vendas de montadoras despencam em janeiro nos EUA; GM tem queda de 49%
da Folha Online
Atualizada às 19h38
As vendas das montadoras despencaram nos Estados Unidos em janeiro, consolidando a posição do setor como um dos mais atingidos pela crise financeira internacional. A GM (General Motors) registrou queda de 49% em suas vendas nos Estados Unidos em janeiro, em relação ao mês anterior, com 129.227 veículos comercializados, anunciou o grupo nesta terça-feira em um comunicado.
A montadora é a mais afetadas pela crise mundial. No último mês de 2008, o governo americano anunciou uma ajuda de até US$ 17,4 bilhões para o setor automobilístico, tirados do pacote de US$ 700 bilhões aprovado em outubro e destinado inicialmente a resgatar empresas do setor bancário com problemas ligados a papéis "podres" (com alto risco de calote).
Com o resultado ruim, a GM prevê que a produção somará 380 mil carros no primeiro trimestre de 2009, o equivalente a uma queda de 57% sobre o mesmo período do ano passado.
A única empresa a registrar aumento foi a coreana Hyundai, com alta de 14,3% nas vendas (para 24.512 unidades), ante comercialização de 21.452 carros em janeiro do ano passado.
A Toyota, por sua vez, informou que comercializou 117.287 veículos em janeiro, baixa de 31,7% sobre os 171.849 veículos vendidos um ano antes. A Honda informou queda de 27,9% nas vendas, com 71.031 veículos comercializados, contra 98.511 em janeiro de 2008.
Já a Ford anotou recuo nas vendas de 40,2% em janeiro sobre o mesmo mês de 2008, com vendas de 93.506 unidades, ante 156.391 no ano anterior.
A Daimler viu queda nas vendas da ordem de 35,5% (12.209 veículos), enquanto a Volkswagen informou recuo de 11,6% (12.744), a Audi, de 26,4% (4.722), e a Porsche baixa de 36% (1.658).
Por fim, a Chrysler anunciou que suas vendas nos EUA diminuíram 54,8% em janeiro, para 62.157 unidades, em comparação com o mesmo mês de 2008.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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A inflação de que você fala não é e não será factível, pois mesmo que se esteja aumentando a base monetária, depois da crise está ocorrendo uma desalavancagem dos agentes. Por outros lado, se a China seguir o que os países desenvolvidos estão desesperados para que ela faça (valorizar o Yuan), ai sim creio que teremos um processo inflacionário.
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