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Dinheiro
04/02/2009 - 09h51

Frigorífico Independência fecha unidade e demite 400 em MS

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RODRIGO VARGAS
da Agência Folha, em Cuiabá

A rede de frigoríficos Independência, uma das maiores do setor de carnes do país, suspendeu as atividades e anunciou a demissão de 400 dos 530 funcionários de sua unidade em Campo Grande (MS). O motivo, diz a rede, foi a "ociosidade industrial" ante a queda na oferta de gado para abate no Estado.

Segundo o IBGE, o rebanho bovino do Estado diminuiu 10% desde 2005, ante aumento de 40% da capacidade da indústria frigorífica. A unidade desativada, que pode abater até mil animais por dia, vinha utilizando menos de 60% da capacidade.

"Diante desse cenário, o Independência entendeu por bem suspender as atividades e otimizar a produção em suas demais plantas em Mato Grosso do Sul, não comprometendo seu histórico de abate no Estado", afirma a empresa, em nota.

Dos funcionários não demitidos, 30 continuarão na unidade desativada para cuidar da manutenção. Os demais serão aproveitados nos frigoríficos da empresa em Nova Andradina e Anastácio (MS), que "continuarão operando normalmente".

A Folha não conseguiu falar com a presidência do sindicato dos trabalhadores dos frigoríficos em Campo Grande. Sua assessoria jurídica disse não ter recebido proposta de acordo para evitar os cortes no Independência.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
País sem empresas de tecnologia e povo mal educado, é país podre.
Brasil é sustentado pelas expectativas e especulações.
Falar mal de FHC, ou ficarem brigando nada adiantará.
Governo Lula se basea em números e é sustentado por forte marketing.
Bom para nós, por teremos um "caixa" de dienheiro extrangeiro, porém, o povo continua pobre e sem educação.
Agora Lula defende usar a Amazinia como refem para ganhar dolares.
Quanta ingenuidade.
[]s
Eduardo.
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
A respeito da reportagem do Nobel de econômia. è de se pensar que seria de bom tom para proxima reunião do copom, se considerar a menor atividade de inicio de ano e se partisse para uma redução significativa da taxa referencial, de 1 a 3 pontos, certamente ajudaria duplamente o sistema como um todo, menos fluxo de externos para aproveitar as taxa exorbitante brasileira, e significatica econômia em gastos com juros, a cada ponto percentual seria algo de dezenas de bilhões, e um auxilio indireto as empresas, que pagam no mercado nacional juros astronômicos, que dificultam em diversos niveis. O setor bancario teriam mais razões para aumentar o volume de operações para com o setor privado....... 1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Reportagem, nivel muito bom de informações e retrospectos, a respeito de um Nobel. Os ajustes que estão sendo feitos, mas principalmente a atenção dedicada as questões se câmbio sempre foram bastante grandes. Exemplifico a taxação a entada de capitais, atingiu de maneira bastante forte aos do tipo meramente especulativos e de curtissimo prazo, ao meu entender poderia ter sido um percentual de um quarto ao que foi feito, segundo o tempo de permanencia, de modo que no sexto mês seria de taxação zero. Mas sendo o proprio ministro existiam formulas, mas dificeis de aplicar e de se controlar. O feito, a taxação, impediu seguramente que o câmbio a esta altura do ano estivesse a algo parecido comum e cinquenta. Permaneceu um fluxo de entrada de recursos menor mas saúdavel para o sistema, algo que força em demasia o poder de compra de divisas. deu significativo folego, luz, visão, a as operações, sinalizou a capacidade de negociação das autoridades do setor. È importante se considerar o cenário em diversos paises em especial aos seguidos recordes do mercado de ouro, de modo geral refletem a atual menor força do dólar em diversos mercados, com participantes mais fortes e combativos. E em especial ajudando as empresas a colocarem os seus produtos no mercado nacional, pois em diversos países, e para determidados casos sequer são compradores, poderiam depreciar mais ainda tais preços, ao exportador seriam algo dificil de tirar algum proveito, dada a concorencia lá. 1 opinião
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