Produção industrial em dezembro cai em 12 das 14 regiões, diz IBGE
CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio
Atualizada às 9h47
A produção industrial caiu em 12 das 14 regiões pesquisadas em dezembro, na comparação com o mês anterior, informou nesta quinta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os principais recuos foram observados em Minas Gerais (-16,4%), Bahia (-15,6%) e São Paulo (-14,9%). A indústria só apresentou resultado positivo no Amazonas (0,9%) e em Goiás (0,4%).
Em dezembro, a produção industrial caiu 12,4% na média nacional, o menor nível verificado desde o início da série histórica, em 1991. O agravamento da crise resultou na queda generalizada de toda a indústria, com 25 dos 27 setores avaliados apresentando retração.
| Folha Imagem |
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| Funcionário trabalha em forno de siderúrgica em MG, onde produção caiu 16,4% |
No resultado fechado de 2008, porém, todas as regiões tiveram alta, com exceção de Santa Catarina (-0,7%). Os destaques, ao longo do ano, foram as produções do Paraná (8,6%), Goiás (8,5%), Espírito Santo e Pará (ambos com 5,6%) e São Paulo (5,3%).
Já na comparação com dezembro de 2007, a produção da indústria caiu em 13 das 14 regiões avaliadas. As maiores quedas foram observadas no Espírito Santo (-29,6%), Minas Gerais (-27,1%), Rio Grande do Sul (-15,5%), São Paulo (-14,5%). Apenas em Goiás foi registrada variação positiva, com alta de 1,1%.
Na avaliação regional, o IBGE constatou que Espírito Santo (-9,2 p.p.), Minas Gerais (-5,0 p.p.) e São Paulo (-3,4 p.p.) registraram as maiores perdas a partir do último trimestre, diante do novo cenário econômico.
O instituto explicou que o fato de essas regiões terem sua estrutura industrial ligada fortemente à presença da cadeia automotiva e de segmentos produtores de commodities, especialmente as produções de minério de ferro e aço, fez com que as produções locais despencassem
No último trimestre de 2008, todas os locais avaliados apresentaram resultado negativo, na comparação com o trimestre imediatamente anterior. Os piores resultados foram observados no Espírito Santo (-21,7%), Minas Gerais (-16,2%) e Rio Grande do Sul (-10,3%). No confronto com o quarto trimestre de 2007, houve alta apenas no Pará (1,6%), Goiás (1,4%) e Paraná (1,0%).
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E sim, também é verdade, os carros no Brasil são caríssimos, se comparados com os vendidos no exterior. Preste atenção: Um carro que entra no mercado como importado, não tem muito redução de valor se passa a ser montado aqui, mesmo que o imposto de importação é muito maior.
Essas montadoras só querem ganhar dinheiro em cima do povo brasileiro! E muitos acham que tem um carro nacional. Nacional? Que nacional, que nada. O carro seria nacional se fosse desenvolvido e produzido por uma empresa nacional, e não uma subsidiária de uma montadora estrangeira, que tem que remeter lucros para fora.
O Brasil é o único país dos tais BRIC que não tem uma marca própria de automóveis de expressão. Por quê? Nós temos condições e tecnologia para fazer isso... Só falta apoio. E da própria população! Se a saudosa Gurgel tivesse isso, talvez fosse uma multinacional brasileira hoje...
E por quê um grande grupo brasileiro não pode comprar (ou incorporar) nenhuma dessas marcas estrangeiras falidas e trazê-la pra cá? Os indianos compraram a Rolls Royce...
Pensem nisso!
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Aqueles Jogos não conseguiram salvar a Grécia de uma provavel bancarrota que parece se avizinhar.
Mas aqui os Jogos foram e estão sendo considerados como uma panacéia para nosso desenvolvimento, sic.....
A Copa do Mundo de 2014 é outro fator, e que na Africa do Sul não levou este Pais ao pódio de desenvolvimento, mas aqui certamente o fará (sic).
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O tempo nos dirá! Eu acredito tanto quanto no Papai Noel!
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