Bancos reduzem previsão para alta no crédito; veículos puxam retração
YGOR SALLES
da Folha Online
Os bancos reduziram novamente suas previsões para a alta do volume de crédito em 2009 nesta quinta-feira. A queda foi puxada principalmente pelas operações de financiamento para veículos, informou a Febraban (Federação Brasileira de Bancos).
Segundo a Pesquisa Febraban de Projeção e Expectativas de Mercado, o crescimento do volume de crédito neste ano seria de 16,18%. A previsão de dezembro do ano passado era de crescimento de 18,19%, e de 18,64% na de novembro.
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"Houve uma queda importante de dois pontos percentuais no crédito", disse Rubens Sardenberg, economista-chefe da Febraban, justificando a queda com o agravamento da crise financeira global e as suas consequências no país. "[O mercado creditício] Está pior, mas está em um bom nível se comparado com outros países."
A maior queda foi na previsão de crescimento para o financiamento de veículos: passou de 21,2% na pesquisa de dezembro para 14,59% na do mês passado. Influenciado por essa queda, a previsão de crescimento nas operações de crédito para pessoas físicas caiu de 17,86% para 15,88%. Já a de pessoas jurídicas teve uma desaceleração mais fraca, de 20,59% para 19,09%.
A queda menor no financiamento para empresas, segundo Rosenberg, ocorre porque as grandes conmpanhias viram suas opções de captação de recursos diminuir por conta da crise financeira. "Uma parte das empresas que se financiavam no exterior vieram para o mercado interno. As taxas de captação com fundos de recebíveis ou debêntures também cresceram muito, então as empresas preferiram não fazer e pegar empréstimos de curto prazo até que o mercado se estabilize", disse.
Por conta dessa maior demanda das grandes empresas, Rosenberg admite que o crédito para as pequenas e médias empresas ficou mais escasso. "Em uma dança das cadeiras, a grande empresa certamente vai ficar com uma cadeira", explicou.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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A inflação de que você fala não é e não será factível, pois mesmo que se esteja aumentando a base monetária, depois da crise está ocorrendo uma desalavancagem dos agentes. Por outros lado, se a China seguir o que os países desenvolvidos estão desesperados para que ela faça (valorizar o Yuan), ai sim creio que teremos um processo inflacionário.
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