Exportação de vinho sobe 7,7% em 2008 no Chile
da Efe, em Santiago
da Folha Online
A indústria vinícola chilena registrou uma alta de 7,7% em suas exportações de vinho engarrafado em 2008, segundo dados divulgados pela associação Wines of Chile.
A receita no setor foi de US$ 1,164 bilhão no ano passado. Segundo a associação, as vendas passaram a depender menos da venda aos Estados Unidos e ao Reino Unido. A maior parte das exportações (34%) ainda teve como destino esses dois países, mas foi registrada uma queda de 3% das vendas a eles em comparação com 2007.
Fontes do setor indicaram que a crise econômica internacional foi um dos principais fatores na queda das vendas a estes dois mercados, mas também consideraram que os produtores chilenos estão aplicando uma estratégia de diversificação das exportações.
O Chile é o 11º maior produtor mundial de vinho e o quinto maior exportador do planeta.
Ontem, no entanto, o CIVC (Comitê Interprofissional dos Vinhos de Champagne) informou que as vendas de champanhe diminuíram 4,8% em 2008 na comparação com o ano anterior, na primeira retração em oito anos. A diminuição no consumo da bebida é atribuída à crise econômica.
Segundo a organização, no entanto, o resultado não é tão negativo, uma vez que as vendas atingiram níveis particularmente altos em 2007. No ano passado, foram comercializados 322,4 milhões de garrafas de champanhe, contra 338,7 milhões no ano anterior.
Na França, a queda das vendas foi de 3,6%, inferior à registrada na União Europeia (6,5%) e nos demais mercados (6,2%).
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A grande pergunta aqui é se esse "problema" em Dubai, é o reflexo ainda da crise de um ano atrás, ou é o aviso que a tal crise ainda não acabou e está agora entrando em outra fase?
Portanto, Dubai é reflexo, consequência ou início de um novo ciclo de destruição econômica?
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