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Dinheiro
08/02/2009 - 12h07

Obama promete explicar plano de estímulo na primeira coletiva após a posse

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colaboração para a Folha Online

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, promete explicar detalhes do plano de estímulo de US$ 780 bilhões na primeira coletiva de imprensa, após a posse, que será realizada nesta segunda-feira (9). O pacote deve será votado pelo Senado nesta semana.

O secretário do Tesouro, Timothy Geithner, irá fazer a abertura da coletiva com informações gerais sobre o plano de resgate. Após o pronunciamento, Obama irá participar de uma reunião com prefeitos de Elkhart, no Estado do Indiana e depois, na terça-feira, em Fort Myers, na Flórida.

Mesmo com o atraso na aprovação do pacote, a equipe de Obama disse estar satisfeita com os resultados das negociações, devido a grandiosidade do plano. "Em poucas semanas, nós conseguimos movimentar o Congresso. Eu não sei se existe algo semelhante na história", disse David Axelrod, assessor sênior de Obama.

Neste sábado (7), o Senado organizou uma reunião extraordinária para discutir o plano depois da aprovação do valor na semana passada. Embora os senadores tenham fechado o valor em US$ 780 bilhões (R$ 1,7 trilhão), alguns republicanos ainda estão ansiosos com a medida.

No programa de rádio, Obama agradeceu o esforço dos partidos nas negociações. "No centro de nossa maior crise desde a Grande Depressão, o povo americano esperava que o Congresso começasse a tratar dos imensos desafios que enfrentamos", disse Obama.

Os debates em torno do pacote devem continuar na segunda-feira e a votação no Senado está prevista para às 22h30 (20h30 de Brasília). "Se não avançarmos rapidamente para aplicar esse plano, nossa crise econômica pode-se transformar em uma catástrofe nacional", afirmou Obama.

Na semana passada, o Departamento do Trabalho informou que a economia dos EUA perdeu 598 mil postos de trabalho no mês passado, enquanto a taxa de desemprego ficou em 7,6%. Trata-se da maior perda de vagas no país desde dezembro de 1974. Os dados refletiram a contração da economia americana, de 3,8% no quarto trimestre, tendo aprofundado a recessão em que o país se encontra desde dezembro de 2007.

Com agências internacionais

Comentários dos leitores
ANDRE LUIZ (16) 21/12/2009 14h57
ANDRE LUIZ (16) 21/12/2009 14h57
SINCERAMENTE EU NÃO ACREDITO !!!!!!!!!!!!!
O PLACAR DE PERSONALIDADES DO ANO COMPUTA QUE ZINA ( SEI LÁ O QUE É ZINA ! ) ESTÁ Á FRENTE DO NOSSO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, A FRENTE DE CÉSAR CIELO ( RECORDISTA MUNDIAL E TANTAS MEDALHAS TROUXE AO BRASIL, E AINDA Á FRENTE DE MICKAEL JACKSON ( ÍCONE DA MÚSICA POPULAR MUNDIAL ) !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A MASSA SEMPRE FOI BURRA, É BURRA E SEMPRE SERÁ BURRA E AINDA IGNORANTE. COM RARÍSSIMAS EXCEÇÕES AINDA HÁ CABEÇAS PENSANTES NESSE PAÍS !!!!!!!!!!!
sem opinião
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Marlene Pinheiro (1) 19/12/2009 14h14
Marlene Pinheiro (1) 19/12/2009 14h14
Depois de analisar a briga e empurra empurra que foi feito na COP15, para ver quem pagaria 100 bilhoes de dolares, essa matéria parece estupida! Para isso o maior poluente do mundo tem dinheiro, aliás, 6x mais dinheiro do que foi tentado acordar!!!! Que vergonha. 7 opiniões
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fabio siqueira ferreira (261) 19/12/2009 09h12
fabio siqueira ferreira (261) 19/12/2009 09h12
Determinados tolos imaginam que os Estados Unidos temem o poder nuclear do Irã. E a estultice vai mais longe quando alguns aplaudem a possibilidade de o Irã ter a sua bomba atômica.
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O ponto não é se os Estados Unidos possuem o monopólio da tecnologia atômica, mas nas mãos de quem o poder destrutivo vai estar. Sob o domínio do ditador iraniano é que não pode ficar.
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O poder bélico está no domínio da tecnologia e da informação. A capacidade de antecipar-se a ações do inimigo é que fazem a diferença no campo de batalha. Os alvos são milimetricamente destruídos. Exemplo disso são os aviões pilotados à distância e a superbomba antibunker.
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A bomba com a maior quantidade de megatons é a econômica. O Irã e o seu petróleo são convenientes para os Estados Unidos. É tão verdadeira a afirmação que o ditador iraniano não tem coragem de suspender as vendas do seu petróleo para os americanos e europeus.
18 opiniões
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