Senado dos EUA vota pacote sob pressão de Obama e dos mercados
da France Presse, em Washington
com Folha Online
O Senado dos Estados Unidos vota nesta terça-feira o plano de reativação econômica sob a pressão do presidente Barack Obama e a expectativa dos mercados mundiais. Os legisladores decidiram ontem encerrar o debate e marcar a votação definitiva do plano --o horário previsto é 15h (de Brasília).
Segundo estimativadas do Departamento do Orçamento do Congresso, a nova versão do projeto deve elevar o déficit em US$ 838 bilhões em dez anos.
Se o projeto for aprovado, o Congresso vai precisar realizar uma sessão conjunta para harmonizar o texto com o que foi aprovado pelos deputados no último dia 28 de janeiro. A previsão é que de que até sexta-feira, no máximo, o pacote seja enviado a Obama para ser sancionado.
A ofensiva de Obama, que foi enfático em suas colocações sobre a necessidade de aprovar o plano durante sua primeira entrevista coletiva de imprensa como presidente dos Estados Unidos, concedida na segunda-feira, será testada nesta votação no Senado, em que os democratas, com 58 cadeiras, precisam de pelo menos 60 votos para aprovar o pacote.
Na coletiva, Obama renovou o pedido para que o Congresso aprove o pacote econômico para tirar o país da crise econômica e financeira, insistindo, para isso, que os parlamentares "superem as divergências" e não adiem ainda mais a aprovação do pacote de cerca de US$ 800 bilhões, que deve ser aplicado "o mais rápido possível".
Além disso, esta terça-feira será um dia-chave porque o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, planeja anunciar como gastará o restante dos 350 bilhões de dólares do plano de resgate bancário aprovado no final de 2008.
"Todos os olhos estão voltados para Washington porque hoje é o 'Dia G' (de Geither)", afirmou Martin Slaney, analista da GFT.
Sem antecipar o que anunciará Geithner, Obama afirmou que trabalhará com os bancos americanos com problemas para sanar seus balanço e liberar linhas de crédito.
Segundo o jornal "New York Times", o plano de Geithner deve consistir em pedir a colaboração dos fundos de investimentos privados para comprar ativos "podres" dos bancos em crise.
O governo americano garantirá um valor mínimo desses ativos (créditos hipotecários ou de consumo, em sua grande parte) para incentivar a participação privada, explicou o jornal.
Hora de agir
Na tarde desta segunda-feira, Obama disse que o debate no Senado sobre o pacote de estímulo à economia americana foi "bom, mas agora é hora de agir" para aprovar a medida. Nas palavras de Obama, a "paralisia" sobre o pacote pode "aprofundar o desastre".
"Tivemos um bom debate. Agora é hora de agir. É por isso que estou pedindo ao Congresso que aprove a legislação imediatamente", disse Obama, em um evento na cidade de Elkhart, no Estado de Indiana (centro-norte do país), duramente afetada pelo desemprego.
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
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