Dinheiro
13/02/2009 - 05h06

Bancos públicos reservam mais R$ 2,3 bilhões contra calote

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da Folha Online

O medo do crescimento do calote em 2009 com a retração econômica fez os dois principais bancos públicos comerciais, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, elevarem em R$ 2,335 bilhões a reserva adicional para cobrir calotes no final do ano passado. É o que mostra reportagem de Sheila D'Amorim publicada na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal)

A decisão de separar uma quantia de recursos além do normal --o equivalente a todo o gasto do governo com compra de merenda escolar e livros didáticos em 2008-- para proteger as instituições de calotes reduz o lucro dos bancos e tem se mostrado uma tendência no sistema financeiro.

No caso específico dos bancos públicos, essa reserva extra é feita num momento em que as instituições são usadas pelo governo como instrumento para tentar minimizar a crise de crédito no Brasil e evitar uma desaceleração mais forte. Desde o final de setembro, Caixa Econômica e BB têm comprado carteiras de bancos em dificuldade de caixa e elevado a concessão de crédito.

A ideia do governo era suprir a restrição imposta pelos bancos privados, que colocaram o pé no freio nos financiamentos e se mostraram mais conservadores diante da turbulência.

Leia a notícia completa na Folha desta sexta-feira, que já está nas bancas.

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Comentários dos leitores
celso assis (71) 28/11/2009 15h24
celso assis (71) 28/11/2009 15h24
PERGUNTAR NÃO OFENDE: O DUBAI É HOJE O QUE OS EUA FORAM ONTEM E O QUE O BRASIL SERÁ AMANHÃ?
É O QUE DA O CRESCIMENTO BASEADO EM FINANCIAMENTOS AO CONSUMO (AINDA PARA A PRODUÇÃO DÁ PARA ENTENDER)
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (63) 28/11/2009 15h16
Olmir Antonio de Oliveira (63) 28/11/2009 15h16
Boa iniciativa para ativar o comércio, pena que muitos itens de eletroeletrônicos e até outros bens duraveis, "automoveis, motos"possuem um custo alto para o consumidor brasileiro, que tem poder aquisitivo pequeno, por diversas razões, salários cheios de custos e encargos (cheio de vales, e o trabalhador cada vez mais dependentes deles.....), impostos de toda ordem e sorte, e quem nem sempre são bem aplicados no bem comum, muitos casos servindo de benefício e até "farra" de politicos, e indo até a má utilização e projetos não bem elaborados e ou de real útlidade. Os produtores também sofrem penalizações diversas, altas taxas juros, e ou pouco crédito, impostos em números de dezenas, burocracia, infraextrutura que precisa ser melhorada, estradas construidas com recursos de impostos e agora pedagiadas, não se vê unidades destas construidas especialmente para tal fim, como alternativa e não com fim unico. è de se considerar que ainda existem empresarios de boa fé e ou por oportunismo ainda penalizam o consumidor brasileiro, praticando preços vultosos. No atual cenário é muito valido que o frabricante sugira um preço final para o consumidor (exemplifico os sugeridos por determindos fabricantes de bebidas, águas e ou até de renomados fabricantes de eletrônicos), (a exemplo do revendedor de bebida, que posui margem que supera os valores de fabrico e lógistica....e só desprender de recursos após o repasse ao consumidor)........ sem opinião
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Henrique Silva (187) 28/11/2009 00h52
Henrique Silva (187) 28/11/2009 00h52
FHC: foi um diplomata pacífico, mas fazia viagens internacionais para fazer visitas oficiais sem aumento de laços econômicos nem melhorou a imagem do país
LULA: é um diplomata pacífico, mas fez inúmeros acordos econômicos internacionais que permitiu ao Brasil aumentar as exportações e projetou o país como uma voz importante para discutir questões relevantes. Hoje o Brasil é um país respeitado internacionalmente e visto realmente como um país de grande potencial e liderança.
FHC: reservas internacionais: 18 Bilhões de dólares
LULA: reservas internacionais :235 bilhões de dólares
FHC: baseado arrocho salarial, estado mínimo, aumento de desigualdade social, aumento da dívida externa e desemprego quebrou o país 3 vezes em 8 anos e manteve a atividade econômica baixa e teve média de crescimento de 2,2% do PIB.
LULA: baseado na recuperação salarial, estado forte, diminuição da desigualdade social e aumento do emprego mantêm a atividade econômica nacional aquecida e mantêm crescimento econômico médio de 4,2%.
AINDA TEM GENTE QUE DIZ QUE A POLÍTICA ECONÔMICA É A MESMA... É PRA RIR?
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