02/07/2002
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11h51
O FMI (Fundo Monetário Internacional) finalmente deu um sinal positivo para a Argentina. O acordo entre o organismo e o governo argentino pode sair no final de julho, afirmou hoje o porta-voz do Fundo, Thomas Dawson.
Entretanto, Dawson disse que ainda não há uma data específica para a assinatura do acordo.
"Estamos trabalhando com a maior urgência e rapidez possíveis, mas ainda não temos uma data exata [para o acordo]", disse Dawson em entrevista coletiva em Washington.
Ele também não deu detalhes sobre as negociações e a abrangência desse acordo, que provavelmente deve apenas permitir à Argentina prolongar os vencimentos de sua dívida com o FMI.
Dawson afirmou ainda que em vez de uma única missão negociadora outras serão enviadas para a Argentina a partir da próxima semana para discussões sobre o programa fiscal, a âncora monetária, fortalecimento do sistema bancário e da independência do Banco Central.
"Negociações ativas"
As declarações do porta-voz correspondem com as afirmações do diretor-gerente do Fundo, Horst Köhler.
Ontem, Köhler disse que durante a visita do ministro da Economia argentino, Roberto Lavagna, a Washington, ambos "intensificaram as negociações ativas" entre o país e o FMI.
Leia mais no especial sobre Argentina
FMI diz que acordo com a Argentina pode sair no final de julho
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da Folha OnlineO FMI (Fundo Monetário Internacional) finalmente deu um sinal positivo para a Argentina. O acordo entre o organismo e o governo argentino pode sair no final de julho, afirmou hoje o porta-voz do Fundo, Thomas Dawson.
Entretanto, Dawson disse que ainda não há uma data específica para a assinatura do acordo.
"Estamos trabalhando com a maior urgência e rapidez possíveis, mas ainda não temos uma data exata [para o acordo]", disse Dawson em entrevista coletiva em Washington.
Ele também não deu detalhes sobre as negociações e a abrangência desse acordo, que provavelmente deve apenas permitir à Argentina prolongar os vencimentos de sua dívida com o FMI.
Dawson afirmou ainda que em vez de uma única missão negociadora outras serão enviadas para a Argentina a partir da próxima semana para discussões sobre o programa fiscal, a âncora monetária, fortalecimento do sistema bancário e da independência do Banco Central.
"Negociações ativas"
As declarações do porta-voz correspondem com as afirmações do diretor-gerente do Fundo, Horst Köhler.
Ontem, Köhler disse que durante a visita do ministro da Economia argentino, Roberto Lavagna, a Washington, ambos "intensificaram as negociações ativas" entre o país e o FMI.
Leia mais no especial sobre Argentina

