02/07/2002
-
14h34
O Paraguai também foi contagiado pela crise da Argentina, seguindo o Uruguai, afirmou hoje o porta-voz do FMI (Fundo Monetário Internacional), Thomas Dawson.
"Estamos seguindo de perto os acontecimentos no Paraguai. Obviamente está afetado pelo seu grande vizinho do sul [a Argentina]", disse Dawson.
O porta-voz do Fundo, porém, negou que além de Paraguai e Uruguai, outros países estejam sendo contagiados pela crise argentina.
Questionado sobre a possibilidade de uma crise financeira na América Latina, Dawson disse que "claramente os mercados estão nervosos". Mas ele insistiu que a palavra "contágio" não é a mais indicada para descrever a situação na região.
Para ele, o que se vê hoje na América Latina é distinto da crise de 1998, quando houve contágio generalizado da crise originada na Tailândia.
"Acreditamos que os mercados estão diferenciando os países de maneira bastante forte, julgando os fundamentos [da economia], desempenhos e políticas individuais", disse.
"As análises sobre o Brasil estão baseados nos fundamentos e desempenho do Brasil, e algo similar [ocorre] no México, no Chile e em outros [países da região]", completou.
Para este ano, o FMI prevê crescimento de apenas 0,5% da economia da América Latina, após expansão de 0,6% do PIB (Produto Interno Bruto) no ano passado.
Leia mais no especial sobre Argentina
FMI admite contágio do Paraguai pela crise argentina
Publicidade
da Folha OnlineO Paraguai também foi contagiado pela crise da Argentina, seguindo o Uruguai, afirmou hoje o porta-voz do FMI (Fundo Monetário Internacional), Thomas Dawson.
"Estamos seguindo de perto os acontecimentos no Paraguai. Obviamente está afetado pelo seu grande vizinho do sul [a Argentina]", disse Dawson.
O porta-voz do Fundo, porém, negou que além de Paraguai e Uruguai, outros países estejam sendo contagiados pela crise argentina.
Questionado sobre a possibilidade de uma crise financeira na América Latina, Dawson disse que "claramente os mercados estão nervosos". Mas ele insistiu que a palavra "contágio" não é a mais indicada para descrever a situação na região.
Para ele, o que se vê hoje na América Latina é distinto da crise de 1998, quando houve contágio generalizado da crise originada na Tailândia.
"Acreditamos que os mercados estão diferenciando os países de maneira bastante forte, julgando os fundamentos [da economia], desempenhos e políticas individuais", disse.
"As análises sobre o Brasil estão baseados nos fundamentos e desempenho do Brasil, e algo similar [ocorre] no México, no Chile e em outros [países da região]", completou.
Para este ano, o FMI prevê crescimento de apenas 0,5% da economia da América Latina, após expansão de 0,6% do PIB (Produto Interno Bruto) no ano passado.
Leia mais no especial sobre Argentina

