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Dinheiro
17/02/2009 - 03h11

Lula manda Banco do Brasil financiar habitação popular

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da Folha Online

O Banco do Brasil irá atuar no financiamento de imóveis para baixa renda, informam Kennedy Alencar e Sheila D'Amorim em reportagem da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). Apesar de esse segmento não ser o foco do banco, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu ordem à instituição para participar como financiador do pacote de habitação popular que deverá ser anunciado após o Carnaval.

A decisão foi tomada depois de Lula ouvir da Caixa Econômica Federal que ela teria dificuldade para, sozinha, levar o mercado a atingir a meta de financiamentos do plano: 500 mil unidades neste ano e 500 mil até o final do ano que vem.

Os maiores benefícios do plano estão sendo direcionados para os trabalhadores com renda de até dez salários mínimos (R$ 4.650,00). Segundo estimativas do governo, é nessa camada da população que estará a maior parte da demanda por imóveis nos próximos 15 anos (mais de 70%).

A ministra Dilma Roussef (Casa Civil) já havia adiantado na última quarta-feira (11) que o programa de habitação popular em estudo pelo governo federal beneficiaria famílias que ganham de dois (R$ 930) a dez salários mínimos (R$ 4.650), mas não havia dito que os recursos viriam também do Banco do Brasil.

Durante o Encontro Nacional com Novos Prefeitos, na última quarta-feira, a ministra adiantou ainda que o governo tentará diminuir o prazo médio de construção de moradias dos atuais 33 meses para 11 meses e que, para isso, será necessário um novo marco regulatório. 'Vamos assegurar que haja um marco para que essas construções ocorram', afirmou.

Já o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse na quinta-feira passada (12) que o governo federal deve anunciar e divulgar, até o Carnaval, uma série de balanços e medidas que darão novo fôlego à economia nacional para atravessar o momento de crise. Dentre as principais ações programadas, segundo ele, está o anúncio de um novo pacote de estímulo para o setor de habitação.

Leia a notícia completa na Folha desta terça-feira, que já está nas bancas.

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Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
País sem empresas de tecnologia e povo mal educado, é país podre.
Brasil é sustentado pelas expectativas e especulações.
Falar mal de FHC, ou ficarem brigando nada adiantará.
Governo Lula se basea em números e é sustentado por forte marketing.
Bom para nós, por teremos um "caixa" de dienheiro extrangeiro, porém, o povo continua pobre e sem educação.
Agora Lula defende usar a Amazinia como refem para ganhar dolares.
Quanta ingenuidade.
[]s
Eduardo.
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
A respeito da reportagem do Nobel de econômia. è de se pensar que seria de bom tom para proxima reunião do copom, se considerar a menor atividade de inicio de ano e se partisse para uma redução significativa da taxa referencial, de 1 a 3 pontos, certamente ajudaria duplamente o sistema como um todo, menos fluxo de externos para aproveitar as taxa exorbitante brasileira, e significatica econômia em gastos com juros, a cada ponto percentual seria algo de dezenas de bilhões, e um auxilio indireto as empresas, que pagam no mercado nacional juros astronômicos, que dificultam em diversos niveis. O setor bancario teriam mais razões para aumentar o volume de operações para com o setor privado....... 1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Reportagem, nivel muito bom de informações e retrospectos, a respeito de um Nobel. Os ajustes que estão sendo feitos, mas principalmente a atenção dedicada as questões se câmbio sempre foram bastante grandes. Exemplifico a taxação a entada de capitais, atingiu de maneira bastante forte aos do tipo meramente especulativos e de curtissimo prazo, ao meu entender poderia ter sido um percentual de um quarto ao que foi feito, segundo o tempo de permanencia, de modo que no sexto mês seria de taxação zero. Mas sendo o proprio ministro existiam formulas, mas dificeis de aplicar e de se controlar. O feito, a taxação, impediu seguramente que o câmbio a esta altura do ano estivesse a algo parecido comum e cinquenta. Permaneceu um fluxo de entrada de recursos menor mas saúdavel para o sistema, algo que força em demasia o poder de compra de divisas. deu significativo folego, luz, visão, a as operações, sinalizou a capacidade de negociação das autoridades do setor. È importante se considerar o cenário em diversos paises em especial aos seguidos recordes do mercado de ouro, de modo geral refletem a atual menor força do dólar em diversos mercados, com participantes mais fortes e combativos. E em especial ajudando as empresas a colocarem os seus produtos no mercado nacional, pois em diversos países, e para determidados casos sequer são compradores, poderiam depreciar mais ainda tais preços, ao exportador seriam algo dificil de tirar algum proveito, dada a concorencia lá. 1 opinião
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