Mineradora britânica Lonmin anuncia 5.500 demissões na África do Sul
da France Presse, em Londres
da Folha Online
O grupo de mineração britânico Lonmin, terceiro maior produtor mundial de platina, anunciou nesta terça-feira a conclusão de um acordo de reestruturação com os sindicatos, que prevê a demissão de até 5.500 funcionários das minas na África do Sul.
O acordo prevê a saída de até 4.000 trabalhadores de período integral (incluindo 300 executivos) na província de Marikana e de 1.500 na província de Limpopo.
"O número final de empregos afetados e o valor estimado de economia e dos gastos com o plano serão confirmados assim que os planos de reestruturação estiverem concluídos", informou a empresa em um comunicado.
A Lonmin divulgará um balanço do plano ao apresentar os resultados semestrais, no dia 11 de maio.
A mineradora produz platina, um metal precioso utilizado na fabricação de catalizadores e canos de descarga. O valor do metal desabou em 2008 em consequência da crise econômica e, em particular, pelas dificuldades da indústria automobilística.
No setor de mineração já foram anunciadas outras demissões em decorrência da crise. No último dia 20, a Anglo American anunciou o corte de 19 mil empregos até o fim do ano --aproximadamente 10% de seu efetivo mundial--, dentro de um plano de reestruturação, após ter registrado queda de 29% nos lucros ano passado.
A anglo-australiana Rio Tinto anunciou no mês passado que cortará 1.100 postos de trabalhos no mundo devido à crise econômica e financeira. Também em janeiro a BHP Billiton anunciou que fechará 6.000 postos de trabalho no mundo todo, o que representa 6% de seu corpo de funcionários.
No início de dezembro do ano passado, a Vale anunciou a demissão de 1.300 funcionários, sendo 20% em Minas Gerais e as demais em unidades no Brasil e pelo mundo. Outros 5.500 entraram em férias coletivas escalonadas --80% em Minas-- e 1.200 entraram em treinamento para serem realocados dentro da companhia. A empresa ainda suspendeu as operações de duas unidades no porto de Tubarão, no Estado do Espírito Santo, além de suspender as atividades de algumas minas de níquel no Canadá.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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