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Dinheiro
28/02/2009 - 08h30

Orçamento muda rumo dos EUA, diz Nobel de economia

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da Folha Online

O Orçamento dos EUA para o ano fiscal de 2010, apresentado nesta semana pelo presidente Barack Obama, rompe com as políticas do país dos últimos 30 anos, disse o prêmio Nobel de economia de 2008, Paul Krugman, em coluna no jornal "The New York Times" e reproduzida na edição de hoje da Folha. A coluna completa está disponível apenas para assinantes do jornal e do UOL.

Para o economista, se Obama conseguir que o Congresso aprove qualquer coisa parecida com o plano, terá posto os EUA num rumo novo, mudando não só as políticas dos últimos oito anos, mas com as tendências políticas dos últimos 30.

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A primeira mudança foi a eliminação do temor de que Obama pudesse sacrificar as prioridades progressistas em seu Orçamento por conta da crise. Os US$ 634 bilhões que deverão ser gastos com a reforma do sistema de saúde e a receita esperada de US$ 645 bilhões com a venda de autorizações para emitir carbono seriam provas disso. "E essas novas prioridades estão expostas num documento cuja clareza e plausibilidade parecem incríveis a quem se acostumou a ler os Orçamentos de Bush, que insultavam nossa inteligência a cada página. O que temos agora é um Orçamento no qual se pode crer", diz Krugman.

O economista ainda disse acreditar que o presidente americano consiga reduzir o déficit de US$ 1,75 trilhão deste ano para menos de um terço disso em 2013, como está prometendo. Segundo ele, o déficit cresceu demais devido a fatores que, espera ele, sejam temporários. "Se Obama tirar os EUA do Iraque (sem afundar num atoleiro afegão) e conseguir arquitetar uma recuperação econômica sólida --dois "ses" grandes--, reduzir o déficit para US$ 500 bilhões em 2013 não deve ser difícil", disse o vencedor do prêmio Nobel.

Comentários dos leitores
Aldevino De Zan (29) 16/12/2009 10h41
Aldevino De Zan (29) 16/12/2009 10h41
A china comprará o minério da Vale mais barato, e venderá seus carros, aqui no Brasil, também mais barato.Já tá na hora da China invadir o mercado de automóveis no Brasil, pois vários outros setores estão sofrendo a pressão chinesa, com muitas demissões, pequenas fábricas quebrando.Seria bom um ataque chines a indústria automobilistica, pra acordar o Lula e o PT. 4 opiniões
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JOSE MOTTA (75) 15/12/2009 19h55
JOSE MOTTA (75) 15/12/2009 19h55
POLITICOS VAIDOSOS E INGENUOS? NÃO, SABEM MUTO BEM O QUE ESTÃO FAZENDO, INCLUSIVE O PRESIDENTE. MANTER O POVO SEM CULTURA E EDUCAÇÃO FAZ PARTE DO ESQUEMA. POVO CULTO E EDUCADO JAMAIS VOTARIAM NAS PESSOAS QUE GOVERNAM ESSE PAIS E E ESQUEMA DESABARIA. 4 opiniões
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André Nader (7) 14/12/2009 12h51
André Nader (7) 14/12/2009 12h51
Essa medida da china em segurar a especulação imobiliária seria uma boa ideia para ser utilizada aqui em Brasília, onde a TERRACAP, empresa responsável por licitar os imóveis, ajuda os especuladores colocando os valores dos terrenos a preço de ouro o que ajuda a explicar porque o metro quadrado de Brasília está se tornando rapidamente o mais caro do BRASIL.
Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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Luiz Carlos Vieira (1) 17/12/2009 11h07
Luiz Carlos Vieira (1) 17/12/2009 11h07
" Deus é o Papai Noel dos adultos" sem opinião
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Maria Regina Ruiz (24) 17/12/2009 03h48
Maria Regina Ruiz (24) 17/12/2009 03h48
Se o Irã não obriga ao uso da burka por lei governamental é porque não é necessário, já que existe a lei religiosa, tão ou mais forte do que a primeira.
Certamente que o alardeado temor de alguns ante o fato de o Irã ter a bomba atômica não é pelo medo da burka ser imposta ao mundo, da mesma forma que os EUA quando invadiram o Afeganistão não foi porque os talebans não deixavam as mulheres estudarem, se assim fosse os países que têm o costume de mutilar orgãos genitais femininos já estariam democratizados, mas os homens têm outros interesses
e preocupações, mas vemos também que um atraso puxa o outro, em países prósperos as mulheres são instruídas, autônomas e podem escolher suas roupas, e em muitos países pobres também, mas infelizmente a violência doméstica contra a mulher existe em ambos, então se quisermos nos rebelar temos que fazê-lo contra todo o machismo, contra a raça humana homem. Enquanto isso não acontece temos que pelo menos torcer para não haver um retrocesso nas conquistas femininas, temos sim que ser contra aqueles que querem tirar nosso conhecimento e nosso frescor, o que não significa que devamos invadir seus países e matar essas mesmas mulheres que queremos defender, e/ou seus filhos, sua família.
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Chris Maria (270) 16/12/2009 12h13
Chris Maria (270) 16/12/2009 12h13
Sr Alexandre de Jesus Barreto (2) 15/12/2009 19h11 e 15/12/2009 19h09
O Sr. está correto quando diz "voltando ao Irã, seu erro foi afirmar que lá elas são obrigadas a usar burca. Elas não são obrigadas, normalmente usam apenas um lenço sobre a cabeça e não por obrigação de lei governamental nenhuma, mas sim por costume". Além disso, me permita discursar sobre o erro grave e inconstitucional que ele cometeu em seu comentário marcio B. (73) 10/12/2009 12h34. Com o título "Mulheres do Brasil", ele se dirigiu a todas as mulheres brasileiras e terminou dizendo o seguinte "repetir mecanicamente o que outras pessoas falam". Tendo em vista que o termo "mecânico" se refere àquilo que depende do trabalho de mãos ou máquinas, ou seja, que age por impulso maquinal, ao empregar a expressão "repetir mecanicamente", ele subtraiu das mulheres brasileiras toda e qualquer faculdade de raciocinar, de conhecer, de pensar, de conceber, de comparar idéias, ou seja, de inteligência. Tal fato, além de mostrar certo tipo de índole, incorre em certo tipo de ideologia que transgride o que reza a Constituição do Brasil. Como cidadãos brasileiros que somos, homens e mulheres, em nome da cidadania, e em cumprimento da Lei Maior que rege nosso país, temos a obrigação de coibir esse tipo de coisa.
Um abraço e tenha um excelente dia.
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