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Dinheiro
01/03/2009 - 15h11

Líderes da UE rejeitam recorrer a protecionismo para enfrentar crise

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da France Presse, em Bruxelas

Os dirigentes europeus rejeitaram neste domingo qualquer ideia de recurso a medidas protecionistas para enfrentar a crise global, em sua cúpula extraordinária, em Bruxelas (Bélgica), tentando assim encerrar uma polêmica crescente sobre o tema, iniciada há várias semanas.

Em um texto adotado pelos chefes de Estado e de governo dos países do bloco, eles admitiram que o protecionismo "não é a resposta para a crise atual". Eles reafirmaram também sua vontade de fazer uso máximo do mercado único europeu, que garante a livre circulação das mercadorias, serviços, pessoas e capitais, para sustentar o crescimento e o emprego.

Além disso, a União Europeia (UE) anunciou que apoiará caso por caso os países do leste da Europa que estiverem com graves dificuldades financeiras, mas um grande plano de ajuda generalizada está fora de cogitação.

"Está totalmente claro que a UE não deixará ninguém na beira da estrada", disse o primeiro-ministro tcheco, Mirek Topolanek, cujo país preside a UE, ao final de uma cúpula de dirigentes europeus sobre a crise econômica.

Durante a cúpula, os líderes europeus disseram que todos os países membros da UE receberão a ajuda necessária em casos apropriados.

Mas ao mesmo tempo, não aceitaram um plano específico da UE para os países do Leste Europeu, como desejava a Hungria, particularmente afetada pela crise financeira e econômica. "Essa ideia de dividir a Europa entre velhos países-membros e novos países-membros, entre leste e oeste é algo que rejeitamos claramente", explicou Topolanbek.

O presidente da Comissão Europeia --o órgão executivo da UE--, José Manuel Durão Barroso, destacou que os próprios países do leste da Europa, exceto a Hungria, recusaram tal plano. "As situações são muito diferentes de um país para o outro no leste da Europa e, em consequência, não há razão específica para tratar diferentemente um grupo particular de países", disse.

Ele também disse que os países europeus conseguiram um "acordo global" em um "marco comum" sobre a crise, precisando que a decisão final será tomada na próxima cúpula da UE de 19 e 20 de março.

Por sua vez, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, afirmou que os países da União Europeia conseguiram um acordo fundamental sobre o tratamento dos ativos tóxicos dos bancos, considerados responsáveis pela paralisia persistente do crédito.

"A reunião viabilizou um acordo sobre o tratamento dos ativos tóxicos que naufragam as contas dos estabelecimentos bancários", disse Sarkozy à imprensa, ao final da cúpula.

Comentários dos leitores
celso assis (82) 09/12/2009 15h15
celso assis (82) 09/12/2009 15h15
Manda esses gringos incompetentes virem até aqui para fazer um estágio conosco. sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (84) 09/12/2009 12h34
Olmir Antonio de Oliveira (84) 09/12/2009 12h34
A respeito da união das montadoras, precesso de integração, e trocas de técnologias, ganhos de escala. No mercado brasileiro, recebem redução de encargos tributários (o ideal é todos os brasileiros e empresas receberem redução de todos tipos de impostos), estão tendo ganho de escala, diferentemente aos seus paises de origem onde enfrentam reduçao geral de produção e vendas. Mas o brasileiro ainda não teve qualquer noticia a respeito de possivel de redução dos preços. O Brasil os esta ajudando a sairem da crise que se meteram. Ganhos e vantagens só para eles. ..... sem opinião
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Meu caro Jose Vitor.
Fizestes uma bela autocrítica e demonstratester um nivel de cognição igual ou inferior ao do Luia.
9 opiniões
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