Dinheiro
08/03/2009 - 02h36

Crise mundial empurra 88 mil brasileiros para o subemprego

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da Folha Online

A crise econômica global já empurrou 88 mil pessoas para o subemprego nas seis principais regiões metropolitanas do país, somente entre os meses de outubro de 2008 e janeiro deste ano. Já são 702 mil trabalhadores "subocupados" no país, isto é, que somente encontram "bicos" para apurar alguma renda, por conta da crise. O levantamento faz parte de reportagem de Pedro Soares, publicada na edição da Folha deste domingo (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Os meses de outubro a janeiro marcam justamente a fase mais aguda da crise financeira mundial. Nesse período, a chamada "subocupação" acumulou alta de 14,2% sobre o total de trabalhadores que já estavam nessa condição (621 mil), de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Pessoas subocupadas são pessoas em buscam aumentar sua carga horária de trabalho, para conseguir uma remuneração maior, mas que só conseguem biscates e serviços de tempo parcial, por causa da crise econômica.

A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil avançou para 8,2% em janeiro, acima dos 6,8% verificados no mês anterior, de acordo com a última divulgação do IBGE. A alta de 1,4 ponto percentual na passagem de dezembro para janeiro foi a maior variação para o período desde o início da série histórica da PME (Pesquisa Mensal de Emprego), em 2002.

Leia reportagem completa na edição de amanhã da Folha, já nas bancas.

Comentários dos leitores
celso assis (74) 29/11/2009 20h14
celso assis (74) 29/11/2009 20h14
QUE CONFUSÃO, TIRA DAQUI PÕE ALI, ETC E TAL. ORA PENSEI QUE ESTAVA TUDO OK, QUE A CRISE TINHA ACABADO, ETC E TAL.
COMO DIRIAM: O TEMPO SERÁ O SENHOR DA RAZÃO
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (68) 29/11/2009 15h53
Olmir Antonio de Oliveira (68) 29/11/2009 15h53
A respeito do direitos do consumidor. Muito boa reportagem. È de se lamentar que os direitos do consumidor não estão sendo deixados de lado, vale lembrar o dito pelo minístro, e previsões para inicio para todos os modelos de tv terem os conversores e ou serem esclusivos para o sistema digital. Dado os custos industriais, a capacidade de mobilização do setor, estão adotando um atalho, tem se a impressão de intensionalmente visando um prejuizo para o consumidor "para compra de adaptador ou compra de novo equipamento". De fato é com as as atuais tecnologias e sistemas produtivos, e levando em conta que no exterior, existe enorme ociosidade na capacidade de produção de equipamentos e ou de componentes. Mas o brasileiro tem que aceitar um produto que em pouco tempo não tera qualquer serventia se não fizer uma adptação, a famosa gambiarra. Deveriam dar mais qualidade e garantias aos produtos que vendem e inclusive quando comparados aos preços para o consumidor no exterior, aqui teriam que ter preços significativamente menores. Dado o volume de equipamentos anualmente comprados pelos brasileiros, um mercado de quase duzentos milhões de consumidores, e altamente carente de consumo, a muitos anos esperando por melhorias saláriais, mas até agora só percebeu pequeno percentual, ainda sobrevivente de vales, transporte...farmacia...alimentação, e salário valendo quase nada. É de se espera que diante de tal realidade do brasileiro, e no atual cenário econômico mundial, Venham produzir aqui sem opinião
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Henrique Silva (190) 29/11/2009 15h51
Henrique Silva (190) 29/11/2009 15h51
O grande problema de muitos brasileiros é ter o COMPLEXO DE VIRA-LATA. Estas pessoas complexadas não aceitam o fato de que o Brasil é hoje a nona potência econômica mundial e que em dez anos seremos a quinta, segundo previsões econômicas nacionais e internacionais. Não aceitam que o Brasil é um país democrático, que estamos crescendo de forma sustentável, que estamos variando nossa matriz energética, que o atual governo é melhor que o anterior, que internacionalmente estamos infinitamente mais respeitados que há 7 anos, que o IDH está aumentando, que a desigualdade social caiu, que o poder de compra melhorou, que a dívida pública caiu, que o desemprego caiu, que os salários estão sendo reajustados acima da inflação, que 32 milhões de pessoas saíram da pobreza.
RESUMINDO: O COMPLEXO DE VIRA-LATA NÃO DEIXA A PESSOA VER QUE O BRASIL MELHOROU.
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