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Dinheiro
10/03/2009 - 02h39

Equipe da Fazenda já reduz estimativa de crescimento

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da Folha Online

A equipe do Ministério da Fazenda já admite internamente que o crescimento do Brasil neste ano deverá ficar entre 2,5% e 2%, segundo apurou reportagem de Juliana Rocha na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal]". A projeção, ainda acima das expectativas do mercado, é menor que os 4% que o ministro Guida Mantega aponta publicamente como "meta" para o desempenho do PIB de 2009. O ministério vai fechar a nova previsão para o ano depois de o IBGE divulgar hoje o resultado do PIB do último trimestre de 2008.

Se confirmada por Mantega, a nova previsão deverá ser incluída no Orçamento junto da projeção de receitas do ano. Com isso, o governo poderá decidir o tamanho do corte nos gastos públicos. Ocorre que, politicamente, é improvável que o governo admita publicamente a forte desaceleração --todo o discurso do governo sobre a crise é baseado na ideia de que a economia está sólida e que o consumo deve ser incentivado.

A estimativa atual prevista no Orçamento é do crescimento de 3,5%. O Banco Central prevê 3,2%, mas também poderá revisar para cerca de 2%. Na média, os analistas de mercado apostam em alta de 1,2% do PIB.

Indústria

Já de acordo com a CNI (Confederação Nacional da Indústria), o crescimento do PIB em 2009 deve ficar próximo de zero no ano. A entidade vai divulgar no final de março suas novas estimativas para a economia brasileira em 2009 e, segundo o gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da confederação, Flávio Castelo Branco, os números da indústria e do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas no período) serão reduzidos para baixo.

"O dado do PIB será revisto para baixo, possivelmente para um número mais próximo de zero", afirmou Branco.

Ainda segundo a entidade, a indústria brasileira deve fechar o ano de 2009 no vermelho.

Dados sobre o faturamento de indústria divulgados nesta segunda-feira (9) mostraram uma queda de 13,4% em janeiro, na comparação com o mesmo período de 2008, a maior retração da série da entidade, iniciada em 2004. Houve também um recuo de 4,3% em relação a dezembro.

De acordo com os cálculos da CNI, a indústria voltou aos níveis registrados em 2006. Agora, para retornar ao patamar registrado em 2008, precisa de um crescimento de 12% até o fim do ano.

Leia a notícia completa na Folha desta terça, que já está nas bancas.

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Comentários dos leitores
Aldevino De Zan (28) 10/12/2009 20h09
Aldevino De Zan (28) 10/12/2009 20h09
É muito bom ver o povo feliz, defendendo os governantes, mesmo sabendo que tudo não passa de uma grande enganação. Mas o fato do governo atual ter o poder de enganar o povo e o povo ficar feliz, é uma grande vitória do PT.O pt defende os seus afiliados até no STF, e ninguém foi e nem será punido, O pt e o Lula defendem os Saneys e todos os outros.... mas o povo é feliz e isso é o que importa. Os políticos representam os seus eleitores, daí podemos afirmar que os eleitores só votam nos seus semelhantes....Agora tem mais um que sempre será eleito pelo povo, porque o povo gosta deles, Arruda neles...O PT joga bilhões nos bancos, nas empresas de telefonia e na mídia, pra ninguém falar mal do governo,, e assim deixar o povo feliz...Até os aposentados ficam felizes com aumento de 2%. Basta eles irem na televisão e dizerem que estão dando um grande aumento nunca antes visto neste país.....Seja feliz também..seja PT. sem opinião
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Fernando Andrade (16) 10/12/2009 17h30
Fernando Andrade (16) 10/12/2009 17h30
Michel Amorim, porque o Sr. Não vai morar na França? Vai lá! O estrago que alguns governos fizeram em 500 anos não dá pra corrigir em 7. 1 opinião
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Michel Amorim (1) 10/12/2009 17h12
Michel Amorim (1) 10/12/2009 17h12
Gostaria que o nível de serviço público estivesse condizente com progresso da macroeconomia. Pensando bem acho que trocaria os 0,3 de crescimento Frances, para caminhar com mais segurança nas ruas, ter um trânsito e rodovias decentes, um salário mínimo digno, educação e saúde pública de qualidade. Sem dúvida eu trocaria o crescimento de 0,3 Frances para parar deixar de ver todos os dias nos noticiários vários dos meus compatriotas morrendo a míngua nos hospitais, alimentando nos lixões e sem nenhuma perspectiva de vida por não ter tido uma formação que lhes permitisse participar do mercado de trabalho ávido por pessoas com boa formação. 1 opinião
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