Nokia diz que 1.700 demissões terão "impacto mínimo" no Brasil
da Folha Online
da France Presse, em Helsinque
O corte de 1.700 postos de trabalho no mundo anunciado hoje pela Nokia terá "impacto mínimo" no Brasil, informou a assessoria de imprensa da fabricante finlandesa de telefones celulares.
"Os impactos na operação brasileira serão mínimos e não estamos autorizados a divulgar números locais", diz nota divulgada à imprensa no Brasil. Já comunicado mundial da Nokia diz que "onde for possível, a Nokia fará consultas com os representantes dos trabalhadores sobre esses planos".
Além do Brasil e Finlândia, a companhia opera na China, EUA, Índia, Alemanha, Reino Unido, Hungria, México e Coreia do Sul.
O diretor de comunicação da Nokia, Arja Suominen, disse que a nova redução do quadro de funcionários integrará os planos anunciados em dezembro para o corte de custos em pelo menos 700 milhões de euros (US$ 911 milhões) nos próximos dois anos. "Desde então anunciamos várias iniciativas. Esta é uma iniciativa nova", afirmou.
No dia 24 de fevereiro a Nokia informou que planejava demitir mil funcionários em todo o mundo, priorizando as aposentadorias antecipadas. No dia 11 do mesmo mês, a empresa já havia anunciado o plano de reestruturação, mas previa um número menor de demissões --à época foram anunciadas 410 demissões. Também havia sido anunciada a suspensão temporária de outros 2.500 postos de trabalho na Finlândia.
Em janeiro, a Nokia informou que seu lucro caiu 32% no quarto trimestre de 2008, para 576 milhões de euros, pela queda das vendas e dos preços dos produtos. Além disso, o faturamento caiu 19,4%, ficando em 12,66 bilhões de euros. No último trimestre de 2008 as vendas diminuíram em todo o mundo, incluindo os países emergentes. A América Latina foi a única região que registrou uma tendência contrária, com um aumento de vendas da marca Nokia de 7,9%.
O diretor-executivo da companhia, Olli-Pekka Kallasvuo, afirmou em um comunicado divulgado então que a indústria de telefonia celular foi afetada pelos efeitos da crise financeira mundial, que reduziram a confiança dos consumidores e as possibilidades de conseguir crédito.
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LULA: é um diplomata pacífico, mas fez inúmeros acordos econômicos internacionais que permitiu ao Brasil aumentar as exportações e projetou o país como uma voz importante para discutir questões relevantes. Hoje o Brasil é um país respeitado internacionalmente e visto realmente como um país de grande potencial e liderança.
FHC: reservas internacionais: 18 Bilhões de dólares
LULA: reservas internacionais :235 bilhões de dólares
FHC: baseado arrocho salarial, estado mínimo, aumento de desigualdade social, aumento da dívida externa e desemprego quebrou o país 3 vezes em 8 anos e manteve a atividade econômica baixa e teve média de crescimento de 2,2% do PIB.
LULA: baseado na recuperação salarial, estado forte, diminuição da desigualdade social e aumento do emprego mantêm a atividade econômica nacional aquecida e mantêm crescimento econômico médio de 4,2%.
AINDA TEM GENTE QUE DIZ QUE A POLÍTICA ECONÔMICA É A MESMA... É PRA RIR?
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FHC: privatizou as mais importantes estatais a preços questionáveis e viu o lucro destas empresas sair dos cofres da união para sustentar o crescimento econômico de companhias internacionais. Não privatizou a PETROBRÁS por sofrer forte pressão e protestos da sociedade, mas vendeu 2/3 das ações da empresa.
LULA: encerrou a farra das privatizações, valorizou em mais de 1000% a grande maioria das estatais e estas hoje são importantíssimas como promotoras do crescimento, suprimento de crédito nacional e geração de emprego (com mão de obra especializada).
FHC:Manteve durante todo seu governo juros altos (chegando a 48%) e entregou o governo com 25% da SELIC e fez com que o Brasil assumisse a liderança isolada dos juros NO MUNDO.
LULA: reduziu gradualmente os juros (que hoje é de 8,75%), o país deixou a liderança dos juros e hoje ocupa o quinta posição (com tendência de queda em médio e longo prazo).
(CONTINUA)
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FHC: Atrelou o real com o dólar durante metade de seu governo, o que fez com que o país se endividasse irresponsavelmente. Isto para poder importar produto barato manter a inflação baixa, mas muitas empresas nacionais quebrarem e o desemprego dobrar em apenas 4 anos. Em 1999 (após as eleições) aderiu ao câmbio flutuante e endividou ainda mais a dívida do país (que estava em dólar). Ao ser socorrido pelo FMI perdeu a autoridade de seu governo e a política econômica passou a ser comandada pelo Fundo Monetário Internacional.
LULA: Não tentou pirotecnia, como atrelamento de câmbio, estimulou as exportações (que mais que triplicou em seu governo), protegeu empresas nacionais com crédito, transformou a dívida em dólar em dívida em real, reduziu a dívida deixada por FHC de 67% do PIB para 42% do PIB (e com previsão de queda ainda maior para os próximos anos).
FHC: o país parou de investir em infra-estrutura para poupar dinheiro para pagar a dívida externa que ele mesmo explodiu em seu desgoverno.
LULA: colocou o país novamente como promotor do crescimento e realiza obras para combater os gargalos em infra-estrutura que se acumularam durante 20 anos.
FHC: sua política provocou crescimento do desemprego, que saiu da casa dos 6% para 13%. Sua política de arrocho salarial provocou o esfriamento econômico por falta de consumo e aumento das desigualdades sociais.
(CONTINUA)
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