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Dinheiro
24/03/2009 - 04h57

Venda de imóveis novos em São Paulo cai 20% em janeiro

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da Folha Online

O mercado imobiliário sentiu com força a crise econômica tanto do lado da oferta quanto da demanda. O número de unidades novas vendidas em São Paulo caiu 20% em janeiro na comparação com o mesmo mês de 2008 -para 1.113 imóveis residenciais. Já o volume de lançamentos no período foi de 382 unidades, uma retração de 46,6% sobre o ano passado.

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As informações são da coluna Mercado Aberto, de Guilherme Barros, na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal), com dados da Pesquisa sobre o Mercado Imobiliário, desenvolvida mensalmente pelo Secovi-SP (sindicato de habitação), que será divulgada nesta terça-feira.

Ainda de acordo com a coluna, mesmo com a venda mensal superior ao volume lançado, o estoque acumulado de imóveis novos disponíveis fez com que o indicador de vendas sobre oferta caísse para 5,5%. Isso significa que, a cada 1.000 unidades oferecidas em janeiro, apenas 55 foram vendidas.

Pacote

O governo Lula deve anunciar ainda nesta semana, provavelmente na quarta-feira, o pacote habitacional destinado a construir um milhão de casas. O plano prevê incentivos como subsídios e redução de impostos para reaquecer o mercado de habitação. Empresários do setor, entretanto, veem a meta governista com ceticismo, apontando desde dificuldades como a falta de um projeto mais elaborado que envolva planejamento urbano até problemas de curto prazo, como a falta de terrenos em áreas onde o déficit é maior.

Além disso, por conta na queda da arrecadação federal, o governo reduziu o montante de dinheiro destinado ao subsídio, conforme noticiou a Folha.

Leia a notícia completa na Folha desta terça, que já está nas bancas.

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Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
País sem empresas de tecnologia e povo mal educado, é país podre.
Brasil é sustentado pelas expectativas e especulações.
Falar mal de FHC, ou ficarem brigando nada adiantará.
Governo Lula se basea em números e é sustentado por forte marketing.
Bom para nós, por teremos um "caixa" de dienheiro extrangeiro, porém, o povo continua pobre e sem educação.
Agora Lula defende usar a Amazinia como refem para ganhar dolares.
Quanta ingenuidade.
[]s
Eduardo.
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
A respeito da reportagem do Nobel de econômia. è de se pensar que seria de bom tom para proxima reunião do copom, se considerar a menor atividade de inicio de ano e se partisse para uma redução significativa da taxa referencial, de 1 a 3 pontos, certamente ajudaria duplamente o sistema como um todo, menos fluxo de externos para aproveitar as taxa exorbitante brasileira, e significatica econômia em gastos com juros, a cada ponto percentual seria algo de dezenas de bilhões, e um auxilio indireto as empresas, que pagam no mercado nacional juros astronômicos, que dificultam em diversos niveis. O setor bancario teriam mais razões para aumentar o volume de operações para com o setor privado....... 1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Reportagem, nivel muito bom de informações e retrospectos, a respeito de um Nobel. Os ajustes que estão sendo feitos, mas principalmente a atenção dedicada as questões se câmbio sempre foram bastante grandes. Exemplifico a taxação a entada de capitais, atingiu de maneira bastante forte aos do tipo meramente especulativos e de curtissimo prazo, ao meu entender poderia ter sido um percentual de um quarto ao que foi feito, segundo o tempo de permanencia, de modo que no sexto mês seria de taxação zero. Mas sendo o proprio ministro existiam formulas, mas dificeis de aplicar e de se controlar. O feito, a taxação, impediu seguramente que o câmbio a esta altura do ano estivesse a algo parecido comum e cinquenta. Permaneceu um fluxo de entrada de recursos menor mas saúdavel para o sistema, algo que força em demasia o poder de compra de divisas. deu significativo folego, luz, visão, a as operações, sinalizou a capacidade de negociação das autoridades do setor. È importante se considerar o cenário em diversos paises em especial aos seguidos recordes do mercado de ouro, de modo geral refletem a atual menor força do dólar em diversos mercados, com participantes mais fortes e combativos. E em especial ajudando as empresas a colocarem os seus produtos no mercado nacional, pois em diversos países, e para determidados casos sequer são compradores, poderiam depreciar mais ainda tais preços, ao exportador seriam algo dificil de tirar algum proveito, dada a concorencia lá. 1 opinião
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